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A
História da Profissão Contábil e das Instituições
de Ensino, Profissionais e Culturais da Ciência Contábil
no Brasil
Contador
Alberto Almada Rodrigues *
1ª
Parte – Séculos XVI a XIX
1.
Histórico
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..Em
23 de junho de 1551, na época em que o Brasil ainda era Colônia
de Portugla, foi nomeado o primeiro Contador. Naquela data, Brás
Cubas, fundador da cidade de Santos-SP, foi nomeado pelo Rei D. João
III, em Almerim, para o cargo de Provedor da Fazenda Real e Contador das
Rendas e Direitos da Capitania. Nesse cargo vitalício foi confirmado
pelo Rei D. Sebastião, em Carta de Confirmação passada
em Lisboa, em 08 de maio de 1563.
.......
..Em
1561, estando o Brasil e Portugal sob o domínio espanhol, Felipe
II criou o Conselho de Fazenda para a administração financeira
das Colônias, no qual atuavam os Contadores.
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..A foramção
profissional do Contador tem sua origem embrionária em 1754, com
a proposta do Governador Francisco Xavier de Mendonça Furtado,
irmão do futuro Marquês de Pombal.
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..A criação
de uma Aula de Comércio, funcionando sob a supervisão da
Junta de Comércio de Lisboa, foi proposta partida do Brasil.
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..A expressão
Aula viria a corresponder a Academia, por sua vez equivalente, mais tarde,
a Faculdade ou Escola Superior.
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..A Aula
de Comércio teve sua previsão legal no artigo XVI dos Estatutos
da Junta de Comércio, instituída em Lisboa e com Estatutos
aprovados por Decreto de 12 de dezembro de 1756.
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..O Alvará
de 19 de abril de 1759 aprovou os Estatutos da Aula de Comércio.
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..A Carta
de Lei de 22 de dezembro de 1761 criou a Repartição do Real
Erário, extinguindo o cargo de Contador-Mor.
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..Essa
Carta fixou que o Tesouro teria como Chefes de Repartição
quatro Contadores-Gerais, cujos lugares seriam providos por pessoas que
tivessem a indispensável efici~encia do cálculo mercantil,
que bem entendessem e praticassem a Arrumação (Escrituração)
em Livros por Partidas Dobradas. A cada Contador-Geral cabia uma jurisdição.
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..A Bahia
ficou na jurisdição do 3º Contador-Geral (Comarca do
Território da Relação da Bahia).
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..O Governo
do Rio de Janeiro ficou na jurisdição do 4º Contador-Geral.
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..Em
1764, a Ordem Régia, de 18 de janeiro, torna obrigatório
o registro por partidas duplas.
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..O Alavará
de 24 de dezembro de 1768, que criou a Imprensa Régia, determina
que essa repatição teria um Guarda-Livros, que tivese feito
os estudos da Aula de Comércio com boa reputação.
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..A Carta
de Lei de 30 de agosto de 1770 estabelece a primeira regulamentação
da profissão contábil, ao dispor sobre privilégios
dos diplomados da Aula de Comércio, estabelecendo a matrícula
dos Guarda-Livros na Junta de Comércio de Lisboa.
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..Em
1808, foi criada, foram criadas pelo Príncipe Regente D. João,
no Rio de Janeiro, uma cadeira de ciência econômica e aula
pública, para a qual foi nomeado José da Silva Lisboa, mais
tarde Barão e Visconde de Cairú.
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..Em
1808, é nomeado José Lino de Moura, Contador da Marinha,
para servir na Contadoria da marinha, do Arsenal Real da Marinha.
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..O Alvará
de 28 de junho de 1808 cria, no Brasil, o Erário Régio e
institui o Conselho de Fazenda, sendo também criadas três
Contadorias-Gerais. Os três Contadores-gerais, então nomeados,
foram: 1ª repartição: João Prestes de Mello;
2ª repartição: Antonio Mariano de Azevedo; e 3ª
repartição: Francisco de Paula Cabral de Mello.
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..O citado
Alvará determinava que a escrituração fosse a mercantil
por partidas dobradas.
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..O Alvará
de 28 de junho de 1809 mé o marco do ensino comercial no Brasil,
pois, para justificar a arrecadação de novos tributos, diz
serem eles destinados aos estabelecimentos de Aulas de Comércio.
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..O ano
de 1812 marca o Edital de Abertura de Concurso para lentes, para as Aulas
de Comércio a se estabelecerem na Bahia e em Pernambuco.
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..Em
07 de março de 1835, são aprovados os Estatutos da Aula
de Comércio da Corte, mantida pela Secretaria do Tribunal Real
da Junta de Comércio.
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..O Decreto
nº 456, de 06 de julho de 1846, aprova o Regulamento da Aula de Comércio,
e o Decreto de 30 de dezembro de 1846 regula a carta de Habilitação
dos diplomados da Aula de Comércio.
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..O Decreto
nº 1.763, de 14 de maio de 1856, criou o Instituto Comercial do Rio
de Janeiro, em substituição à Aula de Comércio
da Corte.
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..O ano
de 1869 marca a fundação, em 18 de abril, da Associação
dos Guarda-Livros.
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..Em
1874 e 1875, publicam-se 24 números da Revista da Associação
dos Guarda-Livros, substituída, em 1876, pela Revista Mercantil,
publicação quinzenal, de propriedade e redação
da Associação dos Guarda-Livros.
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..Outra
notável Escola de Comércio funcionou no Brasil no fim do
século XIX, a Academia de Comércio de Juiz de Fora, Minas
Gerais, a partir de 1891.
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..A profissão
contábil tem a primazia, no Brasil, no reconhecimento oficial das
profissões liberais. Assim é que pelo Decreto Imperial nº
4.475, de 18 de fevereiro de 1870, o Governo aprova os Estatutos da Associação
dos Guarda-Livros estabelecida na Corte.
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..No
século XIX, além dos autores das obras de Contabilidade
das obras mais adiante relacionadas, surge como figura luminar o Dr. Sebastião
Ferreira Soares, 1º Tenente Engenheiro Militar e Doutor em Ciências
Físicas e Matemáticas, que abandona a carreira militar a
fim de fazer concurso para 3º Escriturário da Tesouraria de
fazenda e depois do Tesouro Nacional, tornando-se autor de notáveis
trabalhos de Economia, Contabilidade e Estatísitica, encerrando
sua carreira pública no cargo de Diretor-Geral de Estatística
do Tesouro Nacional (Ministério da Fazenda).
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..Nasceu
em 21 de abril de 1820, na comarca de Piratini, Província do Rio
Grande do Sul e faleceu em 05 de outubro de 1887.
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..Outra
figura exponencial da classe contábil, no século XIX, é
o Contador-Geral Manoel Alves Branco, atingindo os postos de Ministro
da Fazenda e 1º Ministro do Império do Brasil, autor das Instruções
de Contabilidade por Partidas Dobradas para o Tesouro Nacional.
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..Os
Economistas são representados pelos Professores de Economia Política
e Ciência das Finanças das Faculdades de Direito de Olinda
e São Paulo e demais Faculdades de Direito criadas no fim do século
XIX.
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..A Escola
Central – uma Escola de Engenharia Militar – inclui em seu
currículo a Economia Política, sendo seu primeiro catedrático
José da Silva Paranhos, Visconde do Rio Branco, notável
diplomata e pai do Barão do Rio Branco, outro notável diplomata.
No fim do século XIX, a Escola Central transformou-se na Escola
Politécnica, depois Escola de Engenharia da Universidade Federal
do Rio de Janeiro.
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..Não
havia, no século XIX, uma profissão caracterizada de Economista.
Contudo, em 1878, Ramos Queiroz, no Rio de Janeiro, publicou a obra “O
Economista Brasileiro”. Na verdade, os Contadores e Guarda-Livros
faziam as vezes de Economista.
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..Em
1865, houve uma reforma do ensino, ocasião em que as Faculdades
de Direito passaram a ter dois cursos: de Ciências Jurídicas
e de Ciências Sociais.
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..O curso
de Ciências Sociais tinha um currículo que muito se assemelha
ao do Curso Superior de Economia, que viria a ser instituído em
1905, no Brasil.
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..Também
não havia uma profissão diferenciada de Administrador, que
era exercida pelos Guarda-Livros e Contadores, embora, em 1854, quando
o Parlamento discutia a reforma da lei da Aula de Comércio, tivesse
já sido proposto, pelo Deputado Silva Ferraz, que a ela fosse anexada
uma Escola de Administração, que somente surgiu no Brasil
no decênio de 1950, sendo que somente em 1965 foi instalado, na
UFRJ, o curso de Administração.
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..A profissão
de Atuário deve ter tido expressão no século passado,
haja vista que em 1864, já havia 23 Companhias de Seguros e o Montepio
Geral de Economia dos Servidores do Estado. A cadeira de Cálculo
das Probabilidades era lecionada na Escola Militar desde 1810, e na Escola
Central, quando transformada em Escola Politécnica, em 1874, foi
instalada, no 1º ano, a 1ª Cadeira cujo programa era de uma
disciplina de Matemática Atuarial, cujo primeiro titular foi Benjamin
Constant, o “fundador da República”. Cabe destacar
que, em 1881, se publicava, em nosso País, uma obra de Matemática
Financeira e Atuarial, de nominada “Tratado Completo, Teórico
e Prático, sobre os Juros Compostos, Rendas, Anuidades e Amortizações”,
por João de Souza Moreira, o mesmo autor que, já em 1859,
havia publicado “Ensaios sobre o Seguro de Vida”.
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..A Estatística,
como profissão, teve seu cultor no Contador Dr. Sebastião
Ferreira Soares, que, em 1865, publica a obra em 2 volumes “Elementos
de Estatística”. Somente em 1877 foi institucionalizada no
Tesouro Nacional uma Repartição de Estatística. Em
1884, Sebastião Ferreira é nomeado Diretor-Geral da Repartição
de Estatística do Tesouro Nacional, sendo considerado o pioneiro
da estatística econômica no País.
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..Pelo
exposto, a profissão contábil, no Brasil e também
em Portugal, antecipou-se de muito aos “aulistas” da Aula
de Comércio e, nessa época, predominava a denominação
de Contador. A partir de certo tempo, as denominações variavam
de Escriturário a Guarda-Livros. Eram funções importantíssimas
os cargos do 3º Escriturário do Tesouro Nacional, providos
por concurso, dentre os diplomados da Aula de Comércio, e com acesso
a 2º e 1º Escriturários. Contudo, o cargo de chefia era
o de Contador-Geral.
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..Note-se
que, no século XX, a expressão “Escriturário”
perdeu totalmente a conotação com a profissão contábil,
expressando o funcionário administrativo.
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..Não
se tem notícia, no século XIX, do exercício da atividade
de auditor, na área privada.
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..Na
área governamental, no Tesouro Nacional existia o cargo de Contador-Geral
da Contadoria de Revisão e de Diretores-Gerais de Tomada de Contas.
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..A Constituição
Federal da República criou o Tribunal de Contas da União,
instaurando a auditoria na administração pública
federal (1890).
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..Ainda
no século XIX, grande é a produção de obras
originais e traduzidas de Contabilidade. A listagem a seguir, certamente
incompleta, dá uma prova do desenvolvimento cultural da classe
contábil.
Bibliografia
das Obras de Contabilidade Publicadas no Brasil de 1836 a 1905
| 1836
|
JACLET, J. Ciência do Guarda-Livros. Trad. Da 4ª edição
por João Cândido de Deos e Silva. Rio de Janeiro: Tipografia
Nacional, 1836. (A 2ª edição foi publicada com
o título Ciência do Guarda-Livros, ensinada em 21 lições
e sem mestre ou Tratado Completo de Escrituração dos
Livros). |
| 1837 |
CARVALHO, Estevão
Raphael de. A Metafísica da Contabilidade. Rio de Janeiro:
Tipografia Imp. E Const. De J. Villeneuve & Co. (Rua do Ouvidor,
65), 1837. (O autor foi lente da Aula de Comércio do Maranhão
e Deputado por essa Província na Assembléia Geral Legislativa
do Império.) |
| 1839 |
BOUNIER, M. N.
Elementos de Contabilidade Comercial. Rio de Janeiro: [s.ed.], 1839. |
| 1840 |
______ Escrituração
em Partidas Singelas. Rio de Janeiro: Tipografia e Livraria Francesa
de J. S. Saint-Amant (Rua de São José, nº 64),
1840. |
| 1852
|
SOARES, Sebastião
Ferreira. Tratado de Escrituração Mercantil, por Partidas
Dobradas, aplicado às Finanças do Brasil. Porto Alegre:
[s.ed.], 1852.
______ Plano de Reforma da Contabilidade do Tesouro Nacional. Apresentado
ao Ministro da Fazenda, trabalho inédito encontrado na Seção
de Manuscrito da Biblioteca Nacional (1, 8, 1, nº 33). No mesmo
livro, Projeto de Reorganização das Tesourarias da Fazenda.
|
| 1856 |
VIEIRA, Manoel
José Rodrigues. O Guarda-Livros Brasileiro. 1.ed. Rio de Janeiro:
Tipografia Nacional, 1856. |
| 1858
|
GOMES JUNIOR,
José Antônio. Regras de Escrituração Mercantil.
Recife: [s.ed.], 1858. |
| 1864 |
MEDEIROS, Manoel
Fonseca de. Noções de Escrituração Mercantil.
Recife: [s.ed.], 1864. |
| 1869 |
LESSA, João
Francisco de Araújo. Manual Teórico-Prático do
Guarda-Livros (Tratado completo de Escrituração Mercantil
por partidas simples, mistas e dobradas). Rio de Janeiro: Ed. De Eduardo
C. Henrique Laemmert, 1869.
COSTA, José Inocêncio Pereira da. Compêndio de
Escrituração Mercantil. Ouro Preto: Tipografia de J.
F. da Paula Castro, 1869. |
| 1871 |
CARVALHO, V.
Henrique dos Santos. Manual Mercantil ou Enciplopédia Elementar
do Comércio Brasileiro. Rio de Janeiro: [s.ed.], 1871. |
|
1878 |
OLIVEIRA, Jerônimo
Joaquim de. Compêndio Mercantil – Tratado Prático
de Direito e Escrituração Mercantil. Rio de Janeiro:
[s.ed.], 1878. |
| 1880 |
CUNHA, Ildefonso
de Souza. Guia Teórico-Prático de Escrituração
Mercantil. Rio de Janeiro: Tipografia Carioca, 1880. |
| 1885 |
ALCOFORADO, Adolpho.
A. Guedes. Guia Prático de Escrituração Mercantil,
por Partidas Dobradas. Recife: Tipografia Central, 1885.
CARVALHO, Veridiano de. Manual Mercantil. 1.ed. [s.l.]: [s.ed.], 1885.
(De 1885 a 1909 houve 20 edições.)
SILVA SOBRINHO, João Baptista da. Escrituração
Mercantil – Partidas Dobradas com aplicação ao
comércio de compra e venda, estabelecimento bancário,
industriais e agrícolas. 1.ed. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional,
1885; 2.ed. 1890. (O autor era 2º Escriturário do Tesouro
Nacional e Professor do Liceu de Artes e Ofícios do Rio de
Janeiro. A 2ª edição é dedicada ao Conselheiro
Ruy Barbosa, então Ministro da Fazenda, que autorizou a edição.) |
| 1886
|
AVELLAR, Vicente
Ferreira da Cunha. Tratado Elementar de Escrituração
Mercantil. 1.ed. Rio de Janeiro: [s.ed.], 1886; 2.ed. Rio de Janeiro:
Imprensa Mont’Alveine, 1891; 3.ed. Rio de Janeiro: Tipografia
Vilas Boas, 1900. (O autor foi Professor de Escrituração
Mercantil do Liceu e Ofícios do Rio de Janeiro.) |
| 1887
|
CARVALHO, Veridiano
de. Manual Prático Mercantil. 9.ed. Rio de Janeiro: [s.ed.],
1887. (1ª edição?)
CARVALHO, Teophilo de Souza. Ciência das Finanças e Contabilidade.
São Paulo: [s.ed.], 1887. |
| 1894 |
CARNEIRO, Joaquim
Xavier. Escrituração Mercantil. São Paulo: [s.ed.],
1894. |
| 1896
|
COSTA, Francisco
Alves da. Noções Práticas de Escrituração
Mercantil. Rio de Janeiro: [s.ed.], 1896. |
| 1897 |
ROCHA, M. C.
Vademecum do Guarda-Livros. Rio de Janeiro: [s.ed.}, 1897
COSTA, Antonio Tavares da. Tratado do Escrituração Mercantil.
1.ed. Rio de Janeiro: [s.ed.], 1897. |
| 1899 |
BERLINCK, Horário.
Contabilidade aplicada às Empresas Comerciais, Industriais,
Financeiras e Agrícolas. São Paulo: [s.ed.], 1899.
AMARAL SOBRINHO, José Augusto do. Direito e Escrituração
Mercantil por Partidas Dobradas. 1.ed. Sorocaba: [s.ed.] 1899[?].
(Informa o Prof. Francisco Valle, que forneceu grande parte desta
bibliografia, publicada em São Paulo, pelos editores C. Teixeira
& Cia., é transcrito um pequeno trecho do discurso do Conselheiro
José Duarte Rodrigues quando presidiu a sessão solene
de posse da nova Diretoria do grêmio dos Guarda-Livros, de São
Paulo, em 12 de outubro de 1896. |
| 1901 |
BERLINCK, Horário.
Questões Comerciais. São Paulo: [s.ed.], 1901. |
| 1903 |
CARVALHO, Carlos.
Tratado Teórico-Prático de Contabilidade, por Indução
e Análise. São Paulo: Editores Duprat & Cia., 1903. |
| 1904 |
DELFINO, José.
O aprendiz Guarda-Livros ou Manual do Praticante do Curso de Escrituração
Mercantil. Rio de Janeiro: Tipografia Altina, 1904. |
|
1905 |
CARVALHO, Carlos
Augusto. Tratado Elementar de Contabilidade para uso dos Alunos dos
Institutos de Comércio. São Paulo: [s.ed.], 1905. A
Editora LISA publicou a 22ª adição. |
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