Provas do EQT serão realizadas em novas datas

As datas dos Exames de Qualificação Técnica (EQT) Auditoria e Perito serão postergadas. As provas estavam previstas para o período de 30 de novembro a 7 de dezembro de 2020, na modalidade on-line. A mudança acontece em função da necessidade de prorrogação do processo licitatório para a contratação da empresa para prestação de serviços técnico-especializados que viabilizem a aplicação da avaliação no formato digital. O novo cronograma do EQT será divulgado pela Vice-Presidência de Desenvolvimento Profissional do Conselho Federal de Contabilidade (CFC).

Inicialmente, os exames aconteceriam, em maio deste ano, no formato presencial. Em função da pandemia do novo coronavírus e da responsabilidade do CFC em seguir as orientações nacionais e internacionais das autoridades de saúde, as provas foram canceladas. Em seguida, as avaliações foram remarcadas e passaram a ser no modelo a distância. A decisão objetivou proteger os candidatos do contágio da Covid-19 e, ao mesmo tempo, garantir um meio para que os profissionais que necessitam de suas habilitações, para o desempenho legal de suas atividades, participassem do EQT.

A finalidade do EQT

Os exames são voltados aos contadores interessados em fazer parte do Cadastro Nacional de Auditores Independentes (CNAI) e do Cadastro Nacional de Peritos Contábeis (CNPC). Os exames incluem as provas do EQT para auditor, que engloba as provas de Qualificação Técnica Geral (QTG), e específicas para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Banco Central do Brasil (BCB), a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). O exame avalia o conhecimento e a competência técnico-profissional dos contadores que pretendem atuar como auditores independentes nas organizações reguladas pelas referidas entidades.

No conjunto de provas, também há o Exame de Qualificação Técnica para perito, que tem o objetivo de avaliar o nível de conhecimento e a competência técnico-profissional necessários ao contador que pretende atuar na atividade de perícia contábil.

Fonte: Comunicação CFC

Presidente participa de live sobre incentivos a projetos sociais no Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantojuvenil

O CRCRS, por meio da Comissão de Estudos do Voluntariado, pelo décimo quinto ano consecutivo, promove o Mês da Solidariedade Contábil, que tem como objetivo sensibilizar os profissionais da contabilidade e sociedade em geral para destinarem parte do Imposto de Renda ao Funcriança ou ao Fundo do Idoso, além de incentivarem a arrecadação de alimentos não perecíveis e brinquedos. A campanha se desenvolve em todos o Estado, como engajamento das delegacias regionais.

Como parte das ações, neste 23 de novembro, os presidentes do CRCRS, Ana Tércia; do Sescon-RS, Célio Levandovski, e o contador Rogério Rokembach participaram de uma live, promovida pelo Instituto de Câncer Infantil (ICI) alusiva ao Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantiljubenil, em que abordaram os incentivos fiscais, como destinar parte do Imposto de Renda a projetos sociais, a importância da adesão da sociedade e, especialmente, do contador, no sentido de estimular e orientar seus clientes a direcionarem recursos a entidades, entre outros tópicos.

Assista o vídeo em https://youtu.be/NlaS6M6RVko

 

Professores avaliam o ensino remoto em período de pandemia

“Avaliação em tempos de aula remota” foi o tema do webinar realizado, em 19 de novembro, com a participação das professoras integrantes da Comissão de Estudos de Acompanhamento da Área do Ensino Superior do CRCRS, Charline Barbosa Pires Doutora em Ciências Contábeis; Márcia Rosane Frey, Doutora em Desenvolvimento Regional; e Maria Ivanice Vendruscolo, Doutora em Informática na Educação, que atuou como mediadora do debate. Entre os tópicos discutidos, foram abordados a forma como se dá a aprendizagem, os instrumentos avaliativos para mensurá-la e o modo como o professor se apropria dos novos instrumentos virtuais para acompanhar a construção do conhecimento por parte dos estudantes, juntamente com os princípios teóricos que fundamentam as novas práticas.

O cenário de isolamento social produzido pela pandemia exigiu adaptações praticamente instantâneas ao ensino remoto, em um contexto no qual as instituições de ensino não estavam preparadas para uma migração imediata como ocorreu, lembra a professora Maria Ivanice. Segundo ela, a rede particular foi mais rápida em atender às demandas, como recursos de infraestrutura e capacitação do corpo docente para atuar nos ambientes virtuais de aprendizagem. “Esses ambientes foram a nossa salvação, porque têm interfaces que permitem a interação entre professores e alunos e oferecem ferramentas de avaliação”, afirmou. “Atender às perspectivas e manter as funções da avaliação, antes, durante e depois do ensino, permitem acompanhar o processo do aluno, na modalidade remota”, explica a professora. Detectar o que o aluno aprendeu ou não e porquê é essencial para que se tomem as medidas corretivas, a exemplo das recuperações, bem como para que, ao final, seja possível mensurar a aprendizagem, cumprindo, assim, a função classificatória da avaliação.

No segundo momento do webinar, as professoras Charline Pires e Márcia Frey apresentaram relatos de experiências. O uso de questionários e o envio de tarefas via plataformas digitais foram descritos por Charline Pires, que salientou um ponto sensível da avaliação: “a cola”, que talvez fosse mais facilmente evitada no modelo de aulas presenciais. Existem possibilidades tecnológicas que pelo menos dificultam o compartilhamento de respostas nas avaliações, entretanto, “também nos provocam a avançar na reflexão de que, independentemente de o aluno estar ali conosco ou participando de forma remota, é preciso desenvolver instrumentos que nos permitam enxergar o processo desse aluno e o uso que ele faz do conhecimento desenvolvido ao longo das aulas”, ressalta.

A professora Márcia Frey sugere, entre as ferramentas avaliativas, o uso dos bancos de questões, com adaptações e transparência. Quando utiliza uma dessas questões em sala de aula, ela faz adaptações e identifica a origem do exercício no cabeçalho da prova. Isso permite que o aluno vá buscar a questão e a resposta correspondente e acabe desenvolvendo habilidades como atenção, cuidado na leitura para avaliação crítica, salienta.

O material que balizou a discussão no webinar está disponível na TV CRCRS, canal do YouTube. 

Desafios da contabilidade governamental na gestão pública moderna, em debate no CRC ao vivo com Você

O “CRC ao vivo com Você”, desta quarta-feira (18), reuniu a vice-presidente de Relações com os Profissionais do CRCRS, Elaine Görgen Strehl, o coordenador da Comissão de Estudos de Contabilidade Aplicada ao Setor Público do Conselho, Cézar Volnei Mauss, e o conselheiro Aramis de Souza, para discutir os “Desafios da contabilidade governamental na gestão pública moderna”. Importante conversar sobre o tema, uma vez que trata-se de um momento especial para a Contabilidade da área pública, em que a atuação dos profissionais contábeis é fundamental.

“Além do momento de pandemia, com demanda excessiva de trabalho e a correspondente necessidade diária de atualização profissional, temos a troca das gestões municipais e estamos por encerrar um exercício. Então a pergunta é: nós profissionais da área pública estamos atualizados?”, questionou a vice-presidente do CRCRS, Elaine Strehl.

Para o coordenador da Comissão de Estudos de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, a contabilidade da área pública evoluiu muito, especialmente, “a partir do ano 2000, com a Lei de Responsabilidade Fiscal, que foi um choque de gestão, uma quebra de paradigma muito grande”. Até aquele momento, foram mais de três décadas, desde a Lei Nº 4.320/1964, sem muitas alterações radicais. “De lá para cá, a contabilidade da área pública evoluiu com muita rapidez”, explicou Cézar Mauss.

Contribuir para que o profissional da área pública possa atender a todas novas demandas que se originam a partir dessa evolução, é uma das preocupações do CRCRS. Sobre esse aspecto, o conselheiro Aramis de Souza, destacou as modificações ocorridas no perfil da contabilidade pública, que saiu da esfera apenas orçamentária e evoluiu para o campo patrimonial, exigindo, dessa forma, a atualização dos profissionais para lidarem com mais essa mudança.

Confira os “Desafios da contabilidade governamental na gestão pública moderna”, na TV CRCRS, canal no YouTube.

 

 

Receita Federal aprova novo leiaute para a EFD-Reinf

A coordenação-geral de Fiscalização, da Receita Federal do Brasil (RFB), aprovou o leiaute da versão 1.5 da Escrituração Fiscal Digital de Retenções e Outras Informações Fiscais (EFD-Reinf). A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (16).O Ato Declaratório Executivo n.º 67, de 12 de novembro de 2020, aprova a versão 1.5 dos leiautes que compõem a EFD-Reinf. O documento será exigido para os eventos ocorridos a partir da competência de maio de 2021. Nesse sentido, o Ato Declaratório Executivo n.º 65, de 26 de setembro de 2018, que aprova a versão 1.4, estará vigente apenas até a competência abril de 2021.De acordo com o Ato Declaratório Executivo n.º 67, os leiautes aprovados estarão disponíveis pelo endereço eletrônico https://sped.rfb.gov.br/pasta/show/2133.

Para ler o Ato Declaratório Executivo n.º 67, clique aqui.

Fonte: Comunicação CFC

CRC ao vivo com Você dá dicas para quem está iniciando na profissão contábil

A empolgação do início de carreira, as inspirações, os obstáculos e as primeiras escolhas, entre outros desafios enfrentados pelos profissionais da contabilidade que estão chegando ao mercado de trabalho, foram tópicos abordados no CRC ao vivo com Você, realizado em 11 de novembro, que propôs um bate-papo em torno do tema: “Jovem Contador: por onde começar?”. O vice-presidente de Desenvolvimento Profissional do CRCRS, Márcio Schuch Silveira convidou as jovens contadoras Aline Mattana, coordenadora da Comissão de Estudos CRCRS Jovem, e a conselheira Anabéli Galvan Perera, para contarem suas experiências e darem algumas dicas.

Aline contou que dúvidas sempre existem e indica como uma boa forma de buscar esclarecimento e atualização é por meio de palestras, lives e mesmo contatos via redes sociais. Lembrou que os membros da comissão trocam experiências sobre eventuais situações que surgem no cotidiano do trabalho. Em relação à comissão, explicou que está em andamento a organização de subcomissões, em todo o Estado, com um número significativo de interessados em participar.

De acordo com o vice-presidente Márcio Schuch Silveira, o fato de já haver interessados em participar do CRCRS Jovem, é consequência da imagem construída pela classe contábil. “A nossa classe é reconhecida na sociedade como uma das profissões mais organizadas e mais mobilizadas”, afirmou.

Para quem está ingressando na profissão, Aline frisou a importância de focar em atividades nas quais se sinta à vontade. Dessa forma, as primeiras incursões profissionais são oportunidades importantes para experimentar e conhecer todas as áreas, para posteriormente, especializar-se e, se for o caso, empreender em um escritório próprio.

Sobre as questões éticas, Anabéli Perera alerta que, desde o início da carreira, mesmo em ocasiões em que os clientes se mostrem resistentes às exigências, é responsabilidade do profissional observar os princípios da Ciência Contábil,  como registrar cada movimento e manter a documentação em ordem. “É complicado, para quem está começando, ser tão rígido, mas é preciso, tentem ser”, recomenda a conselheira, lembrando que, a fiscalização é automatizada e eventuais processos deixam marcas no registro do profissional por toda a carreira.

“Sempre é importante reforçar para os jovens profissionais que se trata de uma carreira de longo prazo. Teu maior patrimônio é tua reputação, então é necessário cuidar muito bem desses aspectos”, acrescenta Márcio Shuch Silveira.

Esses e outros tópicos de “Jovem Contador: por onde começar?”, você acompanha na TV CRCRS, canal no YouTube.

CRCRS realiza webinar sobre Lei Geral de Proteção de Dados no Terceiro Setor

Um dos temas mais polêmicos do momento, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), ainda gera muitas dúvidas sobre os procedimentos que passam a ser exigidos de empresas e organizações quanto à captação, armazenamento, tratamento e utilização de dados de seus clientes. Especialmente para o Terceiro Setor, alterar processos e sistemas será um grande desafio. Para debater esse tema, o CRCRS realizou, em 10 de novembro, o webinar “Terceiro Setor: desafios para adequação à Lei Geral de Proteção de Dados”, com as participações da coordenadora da Comissão de Estudos do Terceiro Setor, Grace de Avila Rodrigues, e o especialista em Gerenciamento de Projetos, Marcelo Bueno de Souza.

Nem sempre devidamente reconhecida, a relevância do Terceiro Setor na sociedade fica evidente diante dos números das áreas de educação, assistência social e saúde, apresentados pela coordenadora da Comissão. No ano de 2019, dados do Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas (Fonif), mostram a realização, no Brasil, de mais de 260 milhões de procedimentos de saúde; 59% das internações de alta complexidade foram via Sistema Único de Saúde, que se enquadra no Terceiro Setor e atendeu mais de 900 municípios; mais de 2 milhões e 400 mil bolsas de estudos; e mais de 3 milhões e 600 mil vagas em serviços de proteção básica.

Segundo Grace, o profissional da contabilidade é o protagonista dessa rede de atendimentos, funcionando como peça estratégica em várias frentes de atuação, seja na prestação de contas, no acompanhamento do compliance ou na análise gerencial dos números. Será também do profissional da contabilidade o papel de concorrer para o cumprimento das novas exigências legais e para a mudança de cultura de proteção de dados, no Terceiro Setor.

As imposições da LGPD, que entrou em vigor em 18 de setembro, são fortemente influenciadas pela lei de proteção de dados da União Europeia, a GDPR, como lembra Marcelo de Souza. Embora, no Brasil, as multas mais pesadas, só entrem em vigor em agosto de 2021, as autoridades já estão agindo sobre empresas que estejam em desacordo com a lei. No Estado, o Ministério Público do RS criou uma força tarefa para tratar exclusivamente da LGPD; e, no Terceiro Setor, os cuidados prévios precisam ser ainda maiores, alerta o especialista. “Nas escolas, por exemplo, o uso de imagens de crianças, requer precauções, por se tratar de dados sensíveis”, explica. “Também é preciso estar muito atento às orientações do Estatuto da Criança e do Adolescente e aos demais dispositivos legais”, ressalta Marcelo.

Sobre o papel do profissional da contabilidade em relação ao tema, Marcelo destaca, ainda, que o próprio nome da LGPD traz a palavra “dados”, uma das especialidades do contador, peça-chave para responder adequadamente aos desafios do Terceiro Setor frente à nova lei.

Acompanhe o webinar “Terceiro Setor: desafios para adequação à Lei Geral de Proteção de Dados”,na TV CRCRS, canal no YouTube.

Mulheres de Sucesso: na vida e na Contabilidade estreia na TV CRCRS

Esta quinta-feira, dia 5 de novembro, foi marcada por mais uma estreia na TVCRCRS, no YouTube. No primeiro episódio da série “Mulheres de Sucesso – na Vida e na Contabilidade”,  a coordenadora da Comissão CRCRS Mulher, Aline Gauer, conversou com a conselheira do CRCRS Cristiane Teresinha Domingues de Souza, que se emocionou por se homenageada como a pioneira a participar do projeto, que tem como objetivo valorizar a mulher contabilista, por meio de histórias de vida de profissionais destacadas. Ela parabenizou a Comissão pela iniciativa, com foco no empreendedorismo, na liderança e na diversidade social – cultural, étnica e de gênero – e se disse honrada em ter sido escolhida para ajudar a dar visibilidade a milhares de mulheres que fazem parte da área contábil.

A paixão pela Contabilidade nasceu cedo, aos 15 anos de idade, ainda durante o primeiro emprego, quando foi convidada pelo auditor da empresa em que trabalhava a colaborar com o balanço. Curiosa, perguntou o que fazia um auditor e, quando lhe explicaram, a escolha foi imediata: “é essa a profissão que quero seguir!”, decidiu Cristiane. Na época, cursava o ensino médio, mas, sete anos depois, apoiada pelo profissional que lhe serviu como primeira inspiração, ingressou na graduação de Ciências Contábeis, na PUC-RS. Daí para a frente, o currículo se ampliou na proporção dos sonhos e objetivos. “Eu sonho grande, sempre sonhei grande, e sou positiva, invariavelmente, na certeza de que vou atingir meus objetivos”, afirmou a contadora, que atua como gerente administrativo-financeira de uma fundação; é palestrante e professora universitária; consultora na área de gestão financeira para micro e pequenas empresas e traz, dentre outras formações, a de mestre em Economia e MBA em Controladoria, pela UFRGS, e especialista em Contabilidade – Planejamento Tributário, pela Unifin, além de ser estudante de Filosofia.

O apoio da família, de um amigo contador e a convivência com colegas que serviram de exemplo profissional e ético foram parte importante da formação e impulsionam Cristiane a incentivar outras pessoas a seguirem na profissão.

Entre os desafios enfrentados ao longo da carreira, um grande obstáculo foi, e ainda é, o racismo. Sobre essa questão, a contadora considera que “só sabe o que é preconceito quem sente. Quem não sente, imagina, pensa como é, mas, não sabe.” Como exemplo, contou uma situação que, segundo ela, poderia tê-la levado a desistir do sonho de ser contadora. No final dos anos 90, foi indicada por um colega para uma vaga de auditor. Concorreu e chegou à última etapa do processo seletivo – uma entrevista conduzida pelos dois sócios da empresa. “No final, eles me disseram com todas as letras que não poderiam me contratar, porque eu não poderia atender todos os clientes deles. Então, eu não fui selecionada. Isso me doeu profundamente, porque era um sonho que não poderia se realizar. Embora eu tivesse ido muito bem no processo seletivo, o meu fenótipo não permitia que eu fosse a pessoa escolhida para aquela atividade”, descreveu Cristiane. Contudo, romper paradigmas é um dos hábitos dessa mulher, que já enfrentou diversas situações de discriminação, sem abrir mão de ir em frente, em busca das metas estabelecidas – um exemplo inspirador.

O primeiro programa da série “Mulheres de Sucesso – na Vida e na Contabilidade” está na TV CRCRS, no YouTube. Imperdível!

Reparcelamento de débitos do Simples Nacional

A partir de hoje (3/11) está disponível, no portal do Simples Nacional ou no portal e-CAC, o módulo para reparcelamento de débitos apurados pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional).

O limite de 1 pedido de parcelamento por ano para os débitos apurados no âmbito do Simples Nacional foi excluído pela Instrução Normativa RFB nº 1.981, de 9 de outubro de 2020.

Dessa maneira, o contribuinte poderá reparcelar sua dívida no âmbito do Simples Nacional quantas vezes quiser.

A ação visa estimular a regularização tributária dos contribuintes e, consequentemente, evitar ações de cobrança da RFB que podem ocasionar a exclusão do Simples Nacional.

A condição para o reparcelamento é o pagamento da primeira parcela nos percentuais abaixo:

I – 10% (dez por cento) do total dos débitos consolidados; ou
II – 20% (vinte por cento) do total dos débitos consolidados, caso haja débito com histórico de reparcelamento anterior.

O pedido de reparcelamento deverá ser feito exclusivamente por meio do site da RFB na Internet, nos Portais e-CAC ou Simples Nacional.

Para maiores informações sobre o reparcelamento, acessar o Manual de Parcelamento do Simples Nacional.

Fonte: Receita Federal /Simples Nacional