Parabéns aos formandos de Ciências Contábeis do mês de julho!

O CRCRS parabeniza os formandos em Ciências Contábeis deste mês de julho e presta homenagem especial aos alunos que se destacaram ao longo da caminhada acadêmica, alcançando as maiores médias em seus cursos. A entrega do Diploma de Mérito de Aluno-Destaque no momento da colação de grau é feita por representante do Conselho, como forma de reconhecimento e valorização ao futuro profissional da contabilidade.

Neste mês, alguns dos alunos-destaque foram: Kauãne Leandra Rizzardi, da UPF Campus Passo Fundo; Angélica Ferrari, da URI Campus Erechim; Elis Cristina Peres, da UCS Campus Nova Prata; Emelin Iaronka, do Unicnec, de Osório; Vitória Jahnaína Soares Selau, da Cesuca, de Cachoeirinha; Solange de Barros Sá, da Ulbra Pólo Gravataí; e Lisiane Caroline Morais de Bastos, da FURG, de Rio Grande.

Kauane Leandra Rizzardi, da UPF Campus Passo Fundo, com o conselheiro do CRCRS Vinicius R. Dinél | Foto: CenterColor

Angélica Ferrari, da URI Campus Erechim, com a conselheira do CRCRS Berenice Sotoriva | Foto: CenterColor

Angélica Ferrari, da URI Campus Erechim, com a conselheira do CRCRS Berenice Sotoriva | Foto: CenterColor

Elis Cristina Peres, da UCS Nova Prata, e o delegado regional do CRCRS no município, Rogério Dall’Agnol | Foto Perin

Emelin Iaronka, do Unicnec, de Osório, com a delegada Regional do CRCRS no município, Divina da Silva Ribeiro | Foto: CAB Produções

Vitória Jahnaina Soares Selau, da Cesuca, de Cachoeirinha, e a delegada regional do CRCRS em Gravataí, Sandra Baumgartner | Foto: SP Produções

Solange de Barros Sá, da Ulbra, Polo Gravataí, com o conselheiro do CRCRS Gerson Luís Santos

Presidente prestigia posse da nova diretoria da Fecomércio

Em 23 de julho, a presidente Ana Tércia Rodrigues esteve presente na posse da nova diretoria da Fecomércio-RS para a gestão 2018-2022. O contador Luiz Carlos Bohn foi reconduzido à presidência da entidade. A delegada regional do CRCRS de São Sebastião do Caí, Lígia Viana, e a delegada honorária Maria Helena Faleiro também prestigiaram o evento, além de autoridades do cenário político, presidentes e representantes de entidades.

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CRCRS, Sescon-RS e Receita Federal trabalhando juntos em prol da classe contábil

Os presidentes do CRCRS e Sescon-RS reuniram-se, em 23 de julho, com o superintendente da Receita Federal, Luís Fernando Lorenzi, para tratar de assuntos de interesse dos profissionais da contabilidade. Participam também o superintendente adjunto Ademir de Oliveira; chefe da DIVIC da RF, Maria Angélica Orth; o vice-presidente de Desenvolvimento Profissional do CRCRS, Márcio Schuch Silveira; a integrante da Comissão de Estudos de Organizações Contábeis do CRCRS, Ana Paula Mocelin; e o diretor adjunto João Victor Oliveira.

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Presidentes do CRCRS, Sescon-RS e Vivo entregam mais de 10 mil donativos à campanha do agasalho do Estado

Na manhã de 23 de julho, os presidentes do CRCRS, Ana Tércia L. Rodrigues, e do Sescon-RS, Célio Levandovski, doaram mais de 7 mil peças de roupas e cerca de 3 toneladas de alimentos à campanha do agasalho, promovida pelo governo Estado.  Os donativos foram entregues na Central de Doações da Defesa Civil, com a presença da 1ª dama e secretária de Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça e Direitos Humanos, Maria Helena Sartori.

Também estavam presentes, o conselheiro do CRCRS, José Bresolin; a diretora de Eventos do Sescon-Rs, Lucia Elena Haas; o diretor Executivo do Sescon-RS, Rui Castiglia; Lisandra Ceratti; o Ten.Cel. da Defesa Civil, Roberto Campos; e o Chefe da divisão de Relações Comunitária, Ten. Antônio Marcelo Santos da Silva; e as representantes do Comitê de Responsabilidade Social da Operadora Vivo, Aline Dutra e Graziela Nardes,

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CRCRS integra Comissão Mista do Prêmio Responsabilidade Social, da Assembleia Legislativa do RS

O conselheiro Gerson Luís dos Santos, integrante da Comissão de Estudos de Responsabilidade Social do CRCRS, representou o Conselho, na manhã desta segunda-feira, 23 de julho, durante a primeira reunião da Comissão Mista  do Prêmio de Responsabilidade Social 2018. A distinção, promovida pela Assembleia Legislativa do RS em parceria com entidades da sociedade civil representadas na Comissão, visa incentivar no âmbito das organizações rio-grandenses, a realização de projetos voltados para o bem-estar social e para a preservação do meio ambiente, sempre na busca por uma sociedade melhor.cons Gerson PRS ALRS 1ª reunião Comissão Mista_230718_ 2

Além do CRCRS, participam da Comissão Mista: Fiergs, Federasul, Fecomércio, Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresas, Observatório de Responsabilidade Social das Universidades Brasileiras, Ocergs/Sescoop, Famurs, Sesi, Sesc, ONG Parceiros Voluntários, Conselho Regional de Administração, Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade, Associação Riograndense de Imprensa.

A essencialidade do combate ao vício da corrupção

Nos últimos anos, os eventos de corrupção no Brasil se tornaram notícia frequente na mídia. A cada dia, surgem novos casos de atos criminosos envolvendo empresas e Governo, que trazem consigo sentimentos de indignação e desalento quanto a uma possível mudança de cenário. Além disso, trazem o risco de que a corrupção seja vista como um traço cultural do povo brasileiro, o que, definitivamente, não pode acontecer.

Nesse ponto, cabe mencionar a sábia filosofia aristotélica. Em sua obra Ética a Nicômaco, entre outros assuntos, Aristóteles (384-322 a.C) disserta sobre as virtudes morais em oposição aos vícios. Segundo ele, tanto as virtudes quanto os vícios não surgem em nós por natureza, mas são adquiridos em resultado do hábito, ou seja, pelo exercício da prática. Ele salienta que “(…) os homens tornam-se arquitetos construindo e tocadores de lira tangendo seus instrumentos. Da mesma forma, tornamo-nos justos praticando atos justos” (E.N. 1103 b). Assim, é por meio dos atos que praticamos que adquirimos um estado ou condição permanente – que dificilmente será retirado de nós – de pessoas virtuosas ou viciosas. Deste modo, esse filósofo nos ensina sabiamente que está ao nosso alcance, isto é, depende de nós sermos virtuosos ou viciosos – justos ou injustos. Ademais, se depende de nós – da nossa vontade –, pode ser conferida honra ou punição.

Do mesmo modo, entendemos que a corrupção é adquirida pelo hábito de praticar atos ilícitos, pela pretensão de obter vantagem em tudo e saber que a punição, em grande parte dos casos, pode ser branda. Neste sentido, estudos apontam que, de certo modo, o crime compensa. Ao que parece, o fator decisivo na escolha pela prática do crime não é a probabilidade de que o criminoso não seja capturado, mas a severidade da punição que irá, ou não, receber.

Cabe salientar alguns impactos causados por essa prática. Somado ao conjunto de adjetivos negativos que podemos elencar, a corrupção contribui para a situação dramática de áreas vitais da sociedade, como saúde e educação. Dados apontam que, nos últimos anos (2004-2016), essas áreas foram alvo de cerca de 70% dos esquemas de corrupção.

Contudo, mesmo em meio à instabilidade e à falta de perspectiva da população quanto ao cenário político-econômico brasileiro, algo que ocorreu nos últimos anos merece o nosso reconhecimento. As operações realizadas pela Polícia Federal, como a Zelotes e a Lava Jato, foram ocasiões ímpares, em que se investigaram e se prenderam muitas pessoas influentes tanto do meio político quanto do empresarial. De fato, esses podem significar avanços importantes em direção à “tolerância zero” em relação a corruptos e corruptores.

No entanto, mesmo com essas ações que ocorreram e estão ocorrendo no País, nosso desempenho não é bom, em comparação a outros países, quando o assunto é o nível de corrupção percebido pela população. O Índice de Percepção da Corrupção (Corruption Perceptions Index (CPI) – Transparency International) obtido pelo Brasil passou de 40 pontos em 2016 para 37 pontos em 2017, caindo 13 posições no ranking, deslocando-se da 79ª para a 96ª posição. Esse índice classifica 180 países e territórios por seus níveis percebidos de corrupção no setor público, de acordo com especialistas e empresários, utilizando uma escala de 0 a 100, onde 0 significa altamente corrupto e 100 significa altamente íntegro.

Como podemos observar na figura abaixo, a corrupção é um problema de amplitude global. Em 2017, o índice constatou que mais de dois terços dos países pontuaram abaixo de 50, com uma média geral de 43 pontos. Tendo em vista que a pontuação obtida pelo Brasil foi de 37, ele se encontra abaixo dessa média, o que torna a situação mais desagradável.  No mapa, quanto mais vermelho-escuro, menor o indicador e, consequentemente, mais corrupção é percebida no país.

Índice de Percepção da Corrupção – 2017

 Fonte: Transparency International (2018).

Um fato notório é que os países que apresentam os piores índices de percepção de corrupção estão, também, entre os que apresentam os maiores níveis de desigualdade de renda, o que corrobora a relação existente entre essas duas variáveis – quanto mais corrupto o país, mais desigual em termos sociais. Esse ambiente acaba por reforçar a falta de confiança da população nas intituições políticas, o que pode contribuir para a disseminação do populismo.

Tendo em vista a urgência em como se tratar o problema, mesmo com tom clichê, o atual momento vivenciado pelo Brasil parece favorável para essa discussão. Além de ser ano eleitoral, recentemente foi lançado o projeto “Novas Medidas contra a Corrupção”, coordenado pela Transparência Internacional (Brasil) e pelas Escolas de Direito da FGV. Em linhas gerais, as 70 medidas que compõem o projeto foram elaboradas com a colaboração de mais de 200 especialistas, 373 instituições e, em termos de participação popular, 912 usuários cadastrados em uma plataforma digital (Wikilegis) colaboraram de forma ativa. O conjunto de medidas traz, ainda, 379 propostas de emendas constitucionais.

Algumas características fazem dessa iniciativa algo novo e promissor –  primeiramente, a amplitude e profundidade do conjunto de medidas, quando comparado às 10 Medidas Contra a Corrupção (março de 2015). Outro traço marcante é a forte participação da sociedade na construção das Novas Medidas contra a Corrupção, já que fizeram parte advogados, professores, juízes, promotores de justiça e membros de outros órgãos públicos.

Nesse tempo favorável, o papel do profissional da contabilidade em meio aos debates e ações no combate à corrupção é essencial, já que o compromisso com a ética constitui um valor inegociável em todas as áreas da atividade contábil. No exercício de seu ofício, por ter amplo e fácil acesso às informações e transações de pessoas, empresas, entidades e órgãos públicos, o profissional traz consigo grande responsabilidade. Além disso, a peculiaridade de sua atividade o leva a ser modelo de integridade a ser seguido.

A área da Auditoria Contábil merece destaque nesse debate já que seu objeto de exame se resume no conjunto dos elementos de controle do patrimônio, quais sejam os registros contábeis, documentos que comprovem esses registros e os atos administrativos. Entre os principais benefícios trazidos por esse ramo, podemos destacar sua contribuição para a redução da ineficiência, negligência, incapacidade e improbidade, além de resguardar o patrimônio financeiro contra fraudes e possibilitar maior exatidão no resultado.

Outro ramo que merece destaque e que ganhou notoriedade no período pós-Lava Jato foi o de compliance. Entre as atividades desse profissional, estão as de garantir que a empresa cumpra acordos, leis e regulamentos, além de prevenir fraudes e conflitos de interesse entre a empresa e a sociedade. Por essas características, a formação em Ciências Contábeis pode ser um diferencial para se conseguir um cargo na área.

Nesse âmbito de combate a práticas ilegais, é pertinente mencionar que se encontra em discussão no Brasil a adoção da nova norma internacional, Noclar (Non-Compliance with Laws and Regulations –  não conformidade com leis e regulações). Essa norma orienta contadores de empresas e auditores independentes a comunicar às autoridades competentes, ao identificarem no exercício de suas funções, desvios de leis e regulamentos, como práticas de corrupção, lavagem de dinheiro e sonegação de impostos. Entretanto, para que essa norma possa ser adotada, são imprescindíveis alterações no ambiente regulatório, para que o profissional da contabilidade tenha a proteção apropriada.

Enfim, os ventos parecem soprar em direção à valorização da ética e da integridade, para um tempo em que a prática da corrupção, tanto no âmbito governamental quanto no empresarial, seja cada vez menos tolerada.

A essencialidade do combate à corrupção se encontra na urgência do clamor da sociedade, que almeja por justiça social e maior controle na gestão dos recursos públicos. Nesse contexto, cabe destacar o Projeto lançado recentemente pelo CFC, Abracicon, FBC e Conaci, intitulado “Abraçando o Controle Social”. O projeto tem como objetivo conscientizar os profissionais da contabilidade e os gestores de Controle Interno das entidades públicas sobre seu papel no funcionamento dos mecanismos de controle social, convidando a cada um a ser um agente de transformação do nosso País.

Diante da atual conjuntura, precisamos fortalecer os mecanismos de controle, e o profissional da contabilidade tem o conhecimento técnico para contribuir decisivamente nesse processo. É impossível retomar o crescimento e o desenvolvimento do País em um ambiente corroído pela ilegalidade e pela impunidade.

Como salienta Tomás de Aquino, filósofo medieval do século XIII, “Começando alguém a acostumar-se a evitar o mal e a fazer o bem, pelo temor da pena, é levado às vezes a praticá-lo por vontade própria e com prazer. E assim, a lei, mesmo punindo, leva os homens a se tornarem bons” (S.T. I-II, q. 92, a. 2).

Zulmir  Ivânio Breda
Presidente do CFC

Doações arrecadadas pelo CRCRS são entregues ao Asilo Padre Cacique

A coordenadora da Comissão de Estudos de Responsabilidade Social do CRCRS, Cristiane de Souza, entregou, no dia 20 de julho, as doações arrecadas pelo Conselho, ao diretor-geral do Asilo Padre Cacique, Romeu Guzzo. Ao todo foram arrecadados 144kg de alimentos, além de diversas peças de roupas.

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Cristiane de Souza, coordenadora da Comissão de Estudos de Responsabilidade Social do CRCRS e Romeu Guzzo, diretor-geral do Asilo Padre Cacique.

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Cristiane de Souza, coordenadora da Comissão de Estudos de Responsabilidade Social do CRCRS e Romeu Guzzo, diretor-geral do Asilo Padre Cacique.

Parceria entre CRCRS e Receita Federal promove palestras sobre Nova Legislação Aduaneira

Durante os dias 17, 18 e 19 de julho, o CRCRS promoveu em parceria com a Receita Federal, palestras com o tema “Os Free Shops e a Nova Legislação Aduaneira”. Os eventos aconteceram nas cidades de Bagé, Santa Vitória do Palmar, Uruguaiana, Jaguarão, Santa Rosa e Santana do Livramento. Na ocasião, contadores, advogados e empresários puderam sanar dúvidas ligadas ao assunto.

A primeira palestra, realizada na terça-feira (17), em Bagé, foi ministrada pelo auditor-fiscal e inspetor-chefe da Receita Federal do município, Alexandre Silveira de Vasconcelos.

Free Shops - Bagé

Alexandre Silveira de Vasconcelos, auditor-fiscal e inspetor-chefe da Receita Federal do município.

Também no dia 17, em Santa Vitória do Palmar, o auditor-fiscal e chefe da inspetoria do Chuí, José Rheingantz Abuchaim, falou ao público.

FreeShops - Santa Vitório do Palmar

José Rheingantz Abuchaim, auditor-fiscal e chefe da inspetoria do Chuí.

Ainda na terça-feira, em Uruguaiana, o auditor-fiscal e delegado da Receita Federal, Cláudio Afonso Jaureguy Montano, ministrou o evento.

Free Shops - Uruguaiana

Cláudio Afonso Jaureguy Montano, auditor-fiscal e delegado da Receita Federal.

Já na quarta-feira (18), foi a vez de Jaguarão e Santa Rosa, receberam os eventos. Na ocasião, o auditor-fiscal e inspetor de inspetoria de Jaguarão, Cleber Fernandes Barbosa, e o auditor-fiscal chefe do Porto Mauá em Santa Rosa, Gerson Luiz Graef ministraram as palestras.

Free Shps - Jaguarão

Cleber Fernandes Barbosa, auditor-fiscal e inspetor de inspetoria de Jaguarão.

Santa Rosa

Público presente em Santa Rosa.

FreeShops - Santa Rosa

E encerrando o roteiro, Santana do Livramento recebeu, na quinta-feira (19), a última palestra do mês. Ministrada pelo auditor-fiscal e delegado da Receita Federal em Santana do Livramento, Adilson Valente.

Free Shops -  Santana do Livramento

Adilson Valente, auditor-fiscal e delegado da Receita Federal em Santana do Livramento.

FreeShops - Santana do Livramento

Público presente em Santana do Livramento.

 

Presidentes do CFC e CRCRS visitam prefeitura de Santa Maria e conhecem projeto Poupa Tempo

Na manhã de 19 de julho, os presidentes do CFC, Zulmir Breda, e do CRCRS, Ana Tércia L. Rodrigues, acompanhados de representantes da classe contábil de Santa Maria, foram recebidos pelo prefeito Jorge Pozzobom e pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação, Ewerton Falk.

Na oportunidade, o secretário apresentou o programa Poupa Tempo do município de Santa Maria, que visa a liberação de alvarás em torno de uma semana, e mostrou as instalações onde funciona, em um espaço dentro da prefeitura.

O superintendente de Alvarás, Beloyannes de Pietro Júnior, responsável pelo Poupa Tempo explicou a operacionalidade do projeto e os avanços já obtidos.

A visita foi acompanhada pelos presidentes da Associação dos Profissionais da Contabilidade de Santa Maria, Marco Aurélio Veleda, do Sincotec, Luis Carlos de Oliveira; vice-presidente do CRCRS, Paulo Comazzetto; e pelo conselheiro Wanderlei José Ghilardi.

Santa maria

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Presidente do CFC é homenageado em Espaço Contábil de Santa Maria

A noite de 18 de julho foi de emoção e surpresa para o presidente do CFC, Zulmir Breda. As entidades do Espaço Contábil prestaram homenagem ao presidente, com descerramento de uma placa alusiva a sua iniciativa empreendedora que propiciou a concretização do projeto Espaço Contábil, durante a sua gestão 2012-2013.

O momento foi presenciado pelos presidentes do Sescon-RS, Célio Levandovski, da Associação dos Profissionais da Contabilidade de Santa Maria, Marco Aurélio Veleda, do Sincotec, Luis Carlos de Oliveira; vice-presidente do CRCRS, Paulo Comazzetto; pelo conselheiro Wanderlei José Ghilardi, autoridades e demais profissionais da contabilidade.

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