Presidente fala sobre o contador como agente de superação da crise em live do PVCCAM

“Contador como agente de superação da crise” foi o tema proposto para debate na live, realizada na noite de 29 de maio, em que a presidente Ana Tércia participou à convite do coordenador do Programa de Voluntariado da Classe Contábil do Amazonas (PVCCAM), Andrey Oliveira.

Ana Tércia ressaltou as lições que se apreende em momentos de crise. Enfatizou a relevância da tecnologia para a interação entre as pessoas, mesmo que virtual, em tempos de isolamento, e a consequente evolução das plataformas digitais.

Ambos concordaram que a crise veio testar características como a adaptabilidade, união e integração, provando, mais uma vez, que juntos somos mais fortes. Foi o que ocorreu com as lideranças da classe contábil gaúchas, que somaram os esforços em busca de resultados positivos.

A presidente citou ainda os desafios enfrentados pelos escritórios de contabilidade que tiveram que provar a sua adaptabilidade no momento em que, rapidamente, foram obrigados a reverter a estrutura física em remota, tomar decisões e agir sob pressão, situações inesperadas que são mais difíceis para uns do que para outros, dependendo de cada perfil.

Temas como reações diante de situações que geram incertezas, fragilidade, união da classe, ética e coerência foram explorados na live. Assista em https://www.instagram.com/p/CAyoqQYjL_T/.

Aspectos do registro empresarial em tempos de pandemia é tema de webinar

Os vice-presidentes Celso Luft e Juliano Bragatto abordaram o tema em live, transmitida em 29 de maio pela TV CRCRS no youtube.

Juliano frisou que, hoje, os contadores compõem uma das maiores representatividade na JucisRS: cinco vogais titulares e três suplentes.

Celso e Bragatto aproveitaram a oportunidade para mostrar a evolução da Junta, lembrando, entre outras situações, as remessas de malote com fichas de registro.

Foram apresentadas as mudanças na legislação empresarial, tipos de processos apreciados (certidões, processos singulares e colegiados, leiloeiros e livros), pendências e o canal Fale Conosco – https://jucisrs.gov.br/fale-conosco.

Hoje, a JucisRS está com registro digital, o que imprime mais agilidade nos processos. O número de empresas ativas no Estado é de 4.628.250.

 Os vice-presidentes reservaram espaço para diversas perguntas dos internautas, que acompanharam, na ocasião, a live.

Confira mais informações, acessando a TV CRCRS – youtube.

 

Representantes de entidades da classe contábil falam sobre os desafios das empresas contábeis diante da pandemia

A vice-presidente do CRCRS Nádia Grasselli e os presidentes do Sescon-Serra Gaúcha, Joacir Reolon, e do Sincontec, Giovana Carrer, participaram, na noite de 28 de maio, de webinar sobre “As empresas de serviços contábeis e seus desafios frente à pandemia causada pela Covid-19”, realizado pelas professoras do curso de Ciências Contábeis da UCS – Caxias do Sul, Marlei Mecca (coordenadora), Sinara Jaroseski e Luciani Muniz. A partir de perguntas e reflexões geradas pelos alunos, os convidados desenvolveram o debate.

Nádia Grasselli expôs os prós e contras do trabalho home office a que seus funcionários foram obrigados a executar, quando do isolamento imposto pelo governo. Acredita que esse modelo será a predominância no futuro, porém, salienta que há clientes que não abrem mão do contato presencial, o que deve ser levado em conta. É  preciso identificar o perfil de cada cliente. Além disso, há que considerar, prossegue a vice-presidente, a disponibilidade e utilização por parte dos colaboradores em suas casas de uma internet compatível e adequada às atividades propostas.

Lembrou ainda que situações de crise podem se transformar em oportunidades e que a normalidade vivida até agora tomará outra roupagem, mas afirmou que a confiabilidade e credibilidade no relacionamento empresa contábil e cliente deve ser uma constante em qualquer situação.

A presidente do Sincontec contextualizou as medidas tomadas nos primeiros dias de coronavírus. Pontuou o trabalho desenvolvido pelos contadores, nesse período, no sentido de estudar e interpretar a legislação , que se sucedia quase que diariamente, para repassar orientações aos clientes. Para enfrentar esse momento, mencionou alguns fatores que considera fundamentais: ouvir o cliente e não tratá-lo com superficialidade, usar da criatividade para pensar soluções diferentes, responder rapidamente as dúvidas dos empresários e estar disponível a ajudá-lo na tomada de decisão, fornecendo as informações precisas.

Para Reolon, as demandas aumentaram com a crise, o que considera bem positivo, uma vez que isso denota o reconhecimento do trabalho do contador, orientando e disponibilizando informações, que proporcionem condições para o enfrentar esse período que impacta na saúde e na economia.

Assista em https://www.youtube.com/watch?v=5y79SxNzfHA&feature=youtu.be o webinar na íntegra.

 

 

 

Boletim semanal da Sefaz aponta que arrecadação de ICMS, na primeira quinzena de maio, cai 34,9%, mas dados indicam retomada gradual da atividade econômica

 A Receita Estadual publicou hoje (27/5) a nona edição do Boletim Semanal sobre os impactos da Covid-19 nas movimentações econômicas dos contribuintes de ICMS do Estado. O resultado parcial da arrecadação de ICMS em maio, do dia 1º ao 15 do mês, aponta redução de 34,9% (R$ 670 milhões) frente ao mesmo período de 2019. Apesar disso, os principais indicadores de comportamento econômico-fiscal do Rio Grande do Sul seguem demonstrando tendência de retomada gradual das atividades. O Boletim está disponível no site da Secretaria da Fazenda e no Receita Dados, portal de transparência da Receita Estadual.

“A arrecadação de maio reflete o pior momento da crise até agora, pois as receitas do mês se referem, em sua maioria, a fatos geradores de abril, período de maior intensidade das medidas restritivas. Nesse sentido, a recuperação parcial dos indicadores de atividade econômica que estamos apurando deverá repercutir na arrecadação apenas a partir de junho”, explica Ricardo Neves Pereira, subsecretário da Receita Estadual.

A visão da arrecadação por segmentos econômicos, considerando os 16 Grupos Especializados Setoriais da Receita Estadual, detalha o contexto de queda, sinalizando que apenas cinco setores apresentam crescimento no acumulado do ano, enquanto onze registram baixa. O melhor desempenho é no setor de Agronegócio (10,8%) e o pior ocorre no setor de Calçados e Vestuário (-32,4%). No fechamento parcial de maio, o cenário é ainda mais grave: apenas os setores de Transportes (54,9%) e de Supermercados (5,1%) obtiveram resultado positivo. As piores performances foram no setor de Calçados e Vestuário (-77,2%) e no setor de Veículos (-63,5%).

A expectativa por resultados melhores está baseada nas demais análises promovidas pelo fisco. A emissão de notas eletrônicas, por exemplo, tem apresentado tendência de estabilização das perdas, após a queda atingir o pico de 31% entre 28 de março e 3 de abril. Nas últimas três semanas, as reduções foram de 2%, 1% e 2%, respectivamente, comparando sempre a períodos equivalentes de 2019. No acumulado do período de análise do Boletim (16 de março a 22 de maio), a queda é de 13%, o que significa que cerca de R$ 260 milhões deixaram de ser movimentados, em operações registradas nas notas eletrônicas, a cada dia.

As vendas totais das empresas da categoria Geral também têm demonstrado evolução. Após caírem 18% em abril, o resultado em maio (até dia 22) aponta retração de apenas 3%. O mesmo movimento ocorre para as empresas do Simples Nacional, que tiveram queda brusca de 30% em abril e agora atenuaram suas perdas para -12% em maio. “É importante termos essa visão global por categoria de empresas, bem como análises setoriais, para fortalecermos nosso processo de tomada de decisão na tentativa de reduzir os impactos da crise para os contribuintes e também sob a ótica das receitas públicas”, salienta Ricardo Neves.

Visão por Tipo de Atividade 

Na última semana (16 a 22 de maio), o desempenho da Indústria passou de -7% para -14%, retornando a patamares de duas e três semanas atrás. O Atacado segue no mesmo nível de evolução, na faixa dos 13%, demonstrando estabilidade de ganhos desde abril. Sua variação positiva vem sendo alçada principalmente pelos atacadistas de insumos agropecuários e de alimentos. Já as vendas no Varejo encontram-se no patamar de -3% de variação frente ao mesmo período do ano anterior, o que representa uma melhora frente à variação interanual registrada no boletim passado (-11%).

Com isso, os desempenhos acumulados da Indústria, Atacado e Varejo que eram, respectivamente, de -18%, -3% e -20%, foram para -18%, -1% e -19%, repetindo comportamento de recuperação observado na semana anterior.

Desempenho por Setor Industrial

O destaque da semana é o setor de Bebidas, que reafirmou sua tendência de recuperação, apresentando variação positiva de 16% em comparação com o mesmo período de 2019 (no boletim anterior, 9%). O setor de Madeira, Cimento e Vidro manteve-se entre os “ganhadores” pela terceira semana consecutiva, enquanto o de Eletroeletrônicos apresentou expressiva melhora frente aos resultados anteriores (-19% e -22% contra 6% atuais).

Na visão acumulada, os piores desempenhos continuam sendo do setor Coureiro-Calçadista (-61%) e Veículos (-57%), enquanto os melores são verificados no setor de Suínos (44%) e Arroz (43%).

Desempenho no Varejo

As vendas do varejo no curto (últimos 14 dias) e no médio prazo (últimos 28 dias) encontram-se em patamares de redução de -13% e -11%, respectivamente, expressando estabilização dos níveis de perdas nas últimas semanas.

No tocante ao desempenho do Varejo por região do Estado, conforme os 28 Conselhos Regionais de Desenvolvimento (COREDE) existentes no Rio Grande do Sul, o perfil das vendas segue apresentando relação com o nível de participação na produção industrial.

Em relação ao tipo de mercadorias, o desempenho acumulado é positivo para as vendas a consumidor final de produtos de higiene e alimentos (+5%) e medicamentos e materiais hospitalares (+3%). Para os demais produtos, entretanto, a queda continua brusca, totalizando redução de 31% no período, embora a redução na última semana tenha sido o melhor resultado desde o início da análise (-7%), validando o cenário de retomada das atividades.

Combustíveis 

No acumulado (16 de março a 22 de maio), o combustível com maior queda no volume de vendas segue sendo o Etanol (-59%), seguido pela Gasolina Comum (-25%) e pelo Óleo Diesel S-500 (-17%). O Óleo Diesel S-10 apresenta crescimento de 7%. Somando os quatro combustíveis, a redução média caiu de 21% (no acumulado até a semana anterior) para 19%.

Em relação ao preço médio, os quatro combustíveis analisados têm apresentado movimento de queda no período recente, reflexo da atual conjuntura internacional acerca do petróleo. A Gasolina Comum, por exemplo, chegou a atingir R$ 4,79 no final de janeiro, estava em R$ 4,62 no dia 16 de março e passou ao patamar de R$ 3,81 no dia 6 de maio. Após, atingiu R$ 3,91 no dia 22 de maio, última data de análise do presente Boletim, podendo representar uma tendência de recomposição nos preços.

Transporte de Cargas e de Passageiros

A variação de curto prazo (14 dias) da quantidade acumulada de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) emitidos na semana de análise foi, em média, 6% superior ao observado em período correspondente do ano de 2019, confirmando a tendência de recuperação expressiva no âmbito do transporte de cargas. A média para este indicador na semana passada foi de -9%, enquanto na primeira semana de abril era de -40%. O comportamento da variação de médio prazo (28 dias) também evoluiu de -9% para -3%.

A emissão dos números de Bilhetes de Passagem Eletrônicos (BP-e) acumulados nos últimos 14 e 28 dias permaneceram estáveis nas últimas semanas, embora demonstrem grande evolução quando comparados a abril. Em maio, a média diária da quantidade de Bilhetes emitidos para prestações interestaduais se estabilizou na faixa de 250 (no período pré-crise, a média era de pouco mais de 4 mil), enquanto a de operações internas segue na faixa de 30 mil (antes das medidas de quarentena, a quantidade média era de aproximadamente 100 mil).

Confira o Relatório completo clicando aqui.

Para acessar o Receita Dados e conferir informações diárias e em tempo real sobre arrecadação, documentos eletrônicos, combustíveis, entre outros, clique aqui.

Fonte: Receita Estadual RS

Live dá dicas e orientações sobre Imposto de Renda Pessoa Física

Com a proximidade da data limite de entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física, 30 de junho, é importante esclarecer dúvidas e orientar sobre as algumas novidades. O vice-presidente Celso Luft e o presidente do Sescon-RS, Célio Levandovski, com a coordenação do vice-presidente Márcio Schuch Silveira, detalharam em live, realizada em 27 de maio, procedimentos e chamaram atenção para determinadas peculiaridades do sistema disponibilizado pela Receita Federal do Brasil.

Luft salientou a praticidade de utilizar o débito automático, tanto para o profissional da contabilidade quanto para o cliente, pois, assim,  evita a geração de DARF todo o mês. Para pagamento da primeira cota, a solicitação do débito deve ser efetuado até 10 de junho. Outra dica importante, refere-se ao pagamento de multas. Para evitar, Celso recomenda que a declaração seja enviada no prazo determinado, mesmo que faltem alguns documentos, uma vez que pode ser retificada posteriormente.

Uma das novidades apresentadas para o IRPF deste ano, foi a criação da ficha de doação, que permite que a destinação ao Funcriança e Fundo do Idoso seja feita diretamente na declaração O programa sugere automaticamente o valor.

Célio apontou as funcionalidades do site da Receita Federal do Brasil (receita.economia.gov.br), como a pesquisa da legislação, lançamentos de bens do titular. Nesse item, explicou que, no caso do casal, os bens relacionados em uma única declaração, mesmo que o bem pertença a um dependente, deverá ser marcado no item “titular” – o programa não aceita “cônjuge”.

Outros pontos fundamentais foram esclarecidos, tais como: processos em malha fina, recebimento de pensão, aplicação na bolsa, ações trabalhistas, venda de imóvel – ganho de capital, receitas oriundas de aplicativo, entre outros.

Têm muito mais dicas na live, assista e confira na TV CRCRS – Youtube.

 

CFC envia ofício à Secretaria do Trabalho e solicita reprocessamento de arquivos

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) enviou um ofício à Secretaria Especial do Trabalho. No documento, o presidente do CFC, Zulmir Breda, solicita o reprocessamento dos arquivos, enviados antes de 06 de maio de 2020, que estão com erros ou foram rejeitados. A sugestão é que o conteúdo, já encaminhado, seja analisado para se identificar os empregados que não tiveram seus benefícios processados. E, em seguida, ser realizado um reprocessamento somente destes trabalhadores impactados.

De acordo com o Ofício n.º 998/2020, em uma verificação, por amostragem, constatou-se que os empregados sem contas bancárias não tiveram seus registros de benefícios inseridos. Dessa forma, ao se consultar o CPF, não há registro do benefício. Com base nessas informações, o Conselho acredita que os erros são desses trabalhadores e o motivo seria a falta dos dados bancários.

O texto ainda destaca que a maior parte dos empregados afetados teve seus acordos fechados no período entre 1° de abril e 05 de maio de 2020 e, dessa forma, já deveria estar recebendo o benefício. Com esse problema e a necessidade de reprocessamento das informações, o atraso no pagamento será de mais 30 dias.

O documento aponta que a grande maioria dos trabalhadores afetados é de pequenas e de médias empresas que “normalmente não dispõem de um fluxo financeiro de médio ou longo prazo que lhes permita arcar com auxílios a estes trabalhadores”. O Conselho acrescenta que esses empregados e negócios estão com dificuldades em função desse problema.

O CFC ainda lembra que, a partir da versão do Empregador Web de 05 de maio, o padrão de arquivo aceito foi modificado. Antes dessa data, eram aceitos arquivos do tipo UTF8 BOM. Após a atualização, o padrão é apenas UTF puro. Nesse sentido, o Conselho também solicita que sejam recebidos os dois padrões no reprocessamento para não gerar erro em todos os arquivos enviados com o padrão anterior.

Fonte: Comunicação CFC

Como reduzir a inadimplência, a perda de clientes e a queda de faturamento durante a crise

A discussão em torno da inadimplência, perda de clientes e queda do faturamento, em face a quarentena causada pela pandemia da Covid-19, ocorreu, por meio de webinar, em 26 de maio, com a participação do empresário contábil e criador do canal Contabilidade Consultiva, Pedro Nery, e condução do vice-presidente de Desenvolvimento Profissional do CRCRS, Márcio Schuch Silveira, e da conselheira e diretora do Sescon-RS, Patrícia Arruda.

Pedro Nery, de maneira bem objetiva, apontou a necessidade das empresas de manterem uma boa gestão financeira e estratégica, exemplificando a importância a  partir de sua própria experiência, quando administrava uma empresa, antes de ser consultor da área contábil.

Nery acredita que falta aos contadores, neste momento, um maior envolvimento na gestão financeira das empresas, dos cliente, e de uma orientação aos empresários de como otimizar os custos, mostrando fluxo de caixa realizado e o fluxo de caixa projetado. Isso, segundo o consultor, é importante para que o empresário não tome decisões às cegas e perceba que as informações geradas pelos contadores podem dar um direcionamento mais seguro nos rumos dos negócios.

O consultor divide os serviços de gestão financeira em três frentes de atuação, de acordo com a realidade de cada empresa: orientação financeira, consultoria financeira e terceirização. Lembra ainda que divide os clientes por grupos e dispensa tratamento diferenciado, de acordo com a necessidade de cada um.

Por fim, atribuiu que para ser consultor são indispensáveis mudar o mindset, ter conhecimento técnico profundo e buscar treinamento.

Assista a live completa na TV CRCRS – youtube

 

Classe contábil de Passo Fundo se mobiliza em ação solidária

O SindiCONTÁBIL e o grupo de Contabilistas Ativas, com apoio do CRCRS, promoveram uma campanha em Passo Fundo para arrecadar cestas básicas, com o intuito de destinar à ONG Amor de Passo Fundo, entidade de assistência social que busca o bem-estar de famílias e pessoas em estado de vulnerabilidade, e ao Grupo de Vicentinos, que assiste famílias carentes do município desde 1916.

A entrega das cestas básicas às entidades foi realizada, em 15 de maio, pelo presidente do SindiContábil, Gustavo Ferres, e pelas integrantes do Grupo de Contabilistas Ativas, Eliane Reolon e Aline Mattana, que também é coordenadora da Comissão de Estudos do CRCRS Jovem.

Decreto-Lei nº 9.295, que cria CFC e regionais e regulamenta a profissão contábil, completa 74 anos

Há 74 anos, em 27 de maio de 1946, foi sancionado Decreto-Lei nº 9.295, que determinou a criação do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e Conselhos Regionais e definiu as atribuições do profissional que atuava na área contábil.

O decreto define as atribuições do CFC e regionais, assim como as prerrogativas dos profissionais contábeis, definindo as situações consideradas como exercício ilegal e as penalidades aplicáveis por essa infração e outras.

Em 11 de junho de 2010, o Decreto-Lei nº 9.295 foi alterado pela Lei nº 12.249, que proporcionou a regulamentação da obrigatoriedade do Exame de Suficiência, para obtenção do registro profissional, e fixou em 1º de junho de 2015 a data limite para registro de técnicos em contabilidade.

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del9295.htm