Conselho de Contabilidade promove seminário em Torres

Torres foi sede do Seminário de Assuntos Contábeis, que o Conselho Regional de Contabilidade do RS (CRCRS) realizou, em 20 de março, com a presença de cerca de 130 pessoas que destinaram o dia para assistir palestras, com o intuito de adquirir mais conhecimento e buscar a atualização.

Na solenidade de abertura, o presidente do CRCRS, contador Antônio Palácios, reforçou a importância da qualificação no mercado atualmente.

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“O mercado da contabilidade está aquecido, mas muito exigente. Hoje o profissional tem que ser altamente qualificado, portanto quanto mais seminários, cursos e palestras participarem melhor”, afirmou Palácios

Como é de costume, paralelamente a primeira palestra, Palácios coordenou a reunião que expõem às autoridades locais os programas de responsabilidade social desenvolvidos pelo Conselho.

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Palácios falou do Programa de Voluntariado da Classe Contábil em reunião realizada com as autoridades municipais. Na oportunidade, também foi lembrado que estamos na época de Imposto de Renda (IR) e que há a possibilidade de destinar parte do IR ao Funcriança, por isso a importância do profissional da contabilidade no sentido de orientar e estimular o contribuinte a colaborar com o Fundo da Criança e do Adolescente.

O seminário teve início com a apresentação do contador Gerson Diehl, integrante da  Comissão de Estudos de Organizações Contábeis, e do Chefe de Equipe de Fiscalização da Seção de Fiscalização da Delegacia da Receita Federal de Porto Alegre, Marco Rogério Borges, que falaram sobre a Escrituração Contábil Fiscal e os reflexos da Lei nº 12.973.

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Diehl abordou as IFRS e salientou que com a adoção das regras contábeis, houve alteração em relação ao arrendamento mercantil – lesing. Lembrou ainda que as IFRS não devem ser adotadas somente pelas empresas do lucro real, mas, sim, por todas as empresas.

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Para Marco Rogério, a Lei nº 12.973 trouxe alterações na tributação, inclusive, na definição da receita bruta. Em relação a Escrituração Contábil Fiscal (ECF) citou que todas as pessoas jurídicas, até as equiparadas, são obrigadas a apresentar a ECF, exceto as empresas optantes pelo Simples Nacional, órgãos públicos, autarquias, fundações, inativas, imunes e isentas

A parte da tarde do seminário começou animada, com a palestra do empresário Márcio Mâncio agitando o público e solicitando a participação de todos. Entre brincadeiras, Mâncio deu dicas sobre como o profissional da contabilidade pode dinamizar suas atividades e qualificar o atendimento em seus escritórios contábeis, para surpreender e fidelizar os clientes.

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Márcio Mâncio

O panorama atual das normas internacionais de Contabilidade foi o último assunto apresentado no seminário. Paulo Ricardo Pinto Alaniz, vice-presidente Técnico do CRCRS, foi quem ampliou a discussão do tema.

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Alaniz explicou que a regra para contabilidade societária vale agora também para área tributária. Apresentou um quadro comparativo entre a NBC TG/CPC e a Lei nº 12.973. Lembrou que o ponto principal na contabilização de receitas é determinar quando deve ser reconhecida. Apresentou e detalhou o escopo da norma NBC TG30 – Reconhecimento de Receitas.

Outras fotos do evento em http://www.crcrs.org.br/Fotografias/?p=7400