Observatório Social de Porto Alegre apresenta sua primeira prestação de contas

Dirigentes do Observatório Social de Porto Alegre (OSPOA) prestaram contas do trabalho executado no segundo quadrimestre de 2015, na manhã de 29 de setembro, na Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Foi a primeira prestação de contas do OSPOA. Nesse período, foram analisados 32 processos licitatórios da administração pública municipal, que previam gastos de R$ 114 milhões. A prefeitura de Porto Alegre com a colaboração do OSPOA conseguiu uma economia de R$ 13 milhões aos cofres públicos municipais.

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A partir da esquerda: Pedro Gabril Kenne da Silva, presidente do Conselho Consultivo do OSPOA e vice-presidente de Relações Institucionais do CRCRS; Diogo Chamun; presidente do OSPOA e presidente do Sescon-RS; Jorge Tonetto, secretário municipal da Fazenda; Edson Garcia, coordenador executivo do OSPOA; Dionísio da Silva, vice-presidente de Assuntos de Controle Social e Metodologia do OSPOA.

Conselho de Contabilidade e o Observatório Social de Porto Alegre

Foi no auditório do Conselho Regional de Contabilidade do RS (CRCRS), que em 16 de dezembro de 2014, foi criado o Observatório Social de Porto Alegre, tendo como presidente o contador Diogo Chamun e como presidente do Conselho Consultivo, o vice-presidente de Relações Institucionais do CRCRS, Pedro Gabril Kenne da Silva.

Os Observatórios Sociais também fazem parte do Programa de Voluntariado da Classe Contábil (PVCC), por meio da Rede Nacional de Cidadania Fiscal, que é um dos quatro subprogramas do PVCCl, desenvolvido pelo Sistema CFC/CRCs. Este programa tem por objetivo estimular os profissionais a liderarem o processo de criação e operacionalização de Observatórios Sociais (OSs) nos seus municípios. Os OSs são organizações instituídas e mantidas pela sociedade civil, tendo por objetivo promover a conscientização da sociedade para a cidadania fiscal e propor aos governos locais a adequada e transparente gestão dos recursos públicos, por meio de ações de participação e controle social. Diferente de outras iniciativas que atuam denunciando erros e fraudes já ocorridas, os OSs agem de forma preventiva, no fluxo dos processos, antes que os recursos sejam gastos.