Luiz Mateus Grimm, uma lenda da contabilidade, exemplo de dedicação, lealdade e competência

A sexta edição da série Lendas da Contabilidade apresentou, na manhã do sábado, 19 de junho, um personagem que se destacou pela dedicação, lealdade e competência, em especial, nos bastidores da profissão contábil: Luiz Mateus Grimm, que atuou 39 anos no CRCRS, 32 dos quais, como diretor Executivo; prosseguiu no CFC, assessorando presidentes; também foi membro de comissões organizadoras de congressos brasileiros de contabilidade; além de integrar diversas comissões de estudos e contribuir para a edição de manuais, como o de Fiscalização, o de Registro e de Cobrança de Débitos; dentre outras inúmeras atividades.

Com transmissão pela TV CRCRS, no YouTube, o programa contou com a apresentação das presidentes do CRCRS, Ana Tércia L. Rodrigues, e da AIC e Abracicon, Maria Clara Bugarim. No chat do evento, os comentários do público indicam a medida do respeito e do carinho conquistados ao longo do exercício profissional, tanto por parte dos líderes quanto dos colaboradores, com os quais essa “lenda” trabalhou, no Sistema CFC/CRCs.

Para a presidente da AIC, Maria Clara Bugarim, a presença de Luiz Mateus Grimm, nesta edição do Lendas da Contabilidade, é uma grande homenagem a um nome que representa um time comprometido de colaboradores do Sistema CFC/CRCs.

A presidente Ana Tércia lembra que sua formação profissional se deu no âmbito do sistema CFC/CRCs, a partir de 1991, quando ingressou no CRCRS, tendo sido subordinada ao então diretor Executivo Luiz Mateus Grimm, durante uma década. A posição proporcionou à Ana Tércia o privilégio de acompanhar a trajetória da “lenda” com muita proximidade e constatar sua competência e proatividade em prol do sistema contábil brasileiro – qualidades expressadas em uma das citações de Grimm, que até hoje repercutem entre os profissionais: “Servir à classe sem dela se servir”.

Como tudo começou

Sem conhecer o CRCRS, Luiz Mateus Grimm ingressou no posto de Fiscal, por meio de concurso público, em 1973, na gestão do presidente José Silva de Araújo. Logo de início, foi convidado a participar de um projeto bastante abrangente para expandir o Conselho por todo o Estado. Na época, o CRCRS não dispunha de veículo próprio, porém Grimm solucionou a questão tomando, emprestado do irmão, um carro, com o qual viajou por quase todo o interior do Rio Grande do Sul.

Mas, nem só de episódios pitorescos foi escrita a história do CRCRS, lembra Grimm. Era um período exceção e o Regional não escapou às intervenções, sendo presidido por militares, em duas ocasiões: de março a agosto de 1964, quando o Conselho Diretor e o Plenário foram afastados, e, mais uma vez, em 1978. Internamente, também foi um período tumultuado, no qual se sucederam quatro diretores Executivos, somente entre 1973 e 1979.

Em 1980, Grimm foi “comunicado”, de modo informal, pelo presidente Olivio Kolliver, que havia sido realizada uma enquete entre os funcionários e uma consulta ao Plenário, sendo que ambos aprovaram a sua nomeação ao cargo de diretor Executivo. Não havia possibilidade de recusa.

A “lenda” atribui suas quase quatro décadas de sucesso na função ao respaldo que sempre teve dos funcionários e à postura de deixar sempre o cargo à disposição dos sucessivos presidentes, para que ficassem à vontade para ter o diretor que achassem mais adequado.

A história do Sistema CFC/CRCs

Testemunha de muitos momentos marcantes da história do Sistema CFC/CRCs, Grimm destaca alguns episódios que contribuíram para o crescimento do prestígio da profissão contábil, nos últimos 45 anos. Conta que, a partir de certo momento, a atuação político-institucional foi integrada às atividades do Sistema. Assim, por exemplo, na gestão do presidente Luiz Carlos Gatti, foi realizada uma visita ao presidente da República, Fernando Collor de Mello, para a entrega da primeira norma sobre auditoria independente. Mais adiante, o presidente José Martonio Alves Coelho estreitou relações com o vice-presidente da República, José de Alencar; o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve presente a um Congresso Brasileiro de Contabilidade, realizado em Gramado; além das ocasiões em que deputados e senadores foram trazidos à sede do CFC e, assim, tiveram oportunidade de conhecer a profissão.

Grimm também considerou relevante o acompanhamento de projetos de interesse da classe contábil, no Congresso Nacional. Um deles, com intenso trabalho de líderes da contabilidade, entre eles os presidentes do CFC e dos CRCs, resultou no importante  travamento de um projeto que pretendia direcionar atribuições da profissão contábil para outra profissão.

Outras conquistas lembradas foram a legalização da cobrança da anuidade e a alteração de pontos do Decreto 9.295/1946, que assegurou, dentre outros avanços, o de aumentar o número de representantes no Plenário do Conselho, permitindo, dessa forma, que cada regional passasse a ter a sua representação no CFC.

Educação Continuada

Outra evolução, recorda Grimm, foi a Educação Profissional Continuada no CRCRS, cujo embrião surgiu em 1986, com o projeto “Vamos Estudar Juntos”, desenvolvido na gestão do presidente Luiz Carlos Gatti, que implementou a política de primeiro ensinar, para depois fiscalizar e, se for o caso, punir.

Nesse mesmo período, iniciaram-se também as convenções de Contabilidade do RS, hoje evento consagrado, que alcança, neste ano, a décima-oitava edição.

Participações especiais

Na segunda parte do programa, duas participações especiais surpreenderam: os presidentes do CFC, Zulmir Breda, atual, e José Martonio Alves Coelho (2014-2017) entraram ao vivo no programa.

Emocionado, o presidente Zulmir Breda teceu muitos elogios e homenageou Grimm, atribuindo-lhe grande parte da responsabilidade pelo amor que ele, Zulmir, cultiva pela profissão e pelo Sistema CFC/CRCs. Breda também aproveitou a oportunidade para retomar uma antiga provocação, para que Grimm escreva um livro sobre a história do sistema contábil brasileiro e da profissão no Brasil. A “lenda” admite a possibilidade!

O presidente José Martonio Alves Coelho fez questão prestar sua homenagem, enaltecendo a fidelidade do convidado, a quem qualificou como um defensor dos dirigentes do Sistema CFC/CRCs, alguém que tem sempre colaborado com a classe contábil. Lembrou, ainda, da participação da “lenda” na elaboração do livro “75 anos de Criação dos Conselhos de Contabilidade – Uma História Brilhante”, editado em maio último. De acordo com Martonio, a contribuição de Grimm foi valiosa  para a qualidade da obra.

Esse episódio imperdível da série Lendas da Contabilidade está disponível na TV CRCRS, YouTube. Confira!

 

Em avanço histórico para simplificar obrigações acessórias, Receita Estadual anuncia dispensa da escrituração da NFC-e na EFD

A Receita Estadual, em parceria com a Procergs, anunciou, nesta terça-feira (22/6), a dispensa da escrituração da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) na Escrituração Fiscal Digital ICMS/IPI (EFD). A medida é mais um importante avanço para simplificação das obrigações acessórias dos contribuintes do ICMS da categoria Geral, com ganhos práticos no processo de apuração do imposto mensal devido. A novidade está inserida no contexto da iniciativa Obrigação Fiscal Única da agenda Receita 2030, composta por 30 medidas para modernização da administração tributária gaúcha.

A simplificação extrema das obrigações dos contribuintes é um dos pilares do Receita 2030. Trata-se de um processo extremamente complexo, com um longo caminho a ser trilhado, mas que se já vem entregando resultados práticos. No longo prazo, queremos que a emissão do documento fiscal seja a única obrigação do contribuinte.”, destaca o subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira.

Em um primeiro momento, ainda em 2020, o fisco gaúcho havia disponibilizado consultas ao resumo das operações de saída dos contribuintes da categoria Geral registradas em NFC-e. Agora, com a evolução dos trabalhos, fica viabilizada a dispensa da escrituração das NFC-e na EFD, avançando significativamente na chamada Apuração Assistida, que visa calcular o ICMS mensal devido a partir das informações prestadas nos documentos fiscais eletrônicos. O objetivo é incorporar sucessivamente novos documentos eletrônicos na apuração assistida.

Para tanto, a Receita Estadual executou uma série de ajustes nos sistemas e disciplinou os critérios necessários à dispensa, publicados na Instrução Normativa Nº 040/21 (Diário Oficial do Estado de 13 de maio de 2021). Em resumo, poderão usufruir da novidade todos estabelecimentos que não tiverem problemas relevantes com rejeição das NFC-e no mês de competência. Segundo estimativas do fisco, 90% dos estabelecimentos da modalidade Geral emitentes de NFC-e atingem os padrões de qualidade exigidos.

A opção, entretanto, não estará disponível aos contribuintes que não adotaram o Regime Optativo de Tributação da Substituição Tributária (ROT-ST), em função da impossibilidade de dispensar os registros que detalham os cálculos do Ajuste-ST. Além disso, paralelamente, também foi disponibilizada na área logada do e-CAC (https://www.sefaz.rs.gov.br/Receita/PortaleCAC.aspx) uma consulta para que os contribuintes verifiquem quais estabelecimentos podem, conforme os parâmetros, fruir da novidade em cada mês de competência.

A mudança é válida já na entrega da EFD de competência de junho de 2021. Os efeitos deverão ser mais relevantes do que a simples substituição da Guia de Informação e Apuração do ICMS (GIA) pela EFD, pois irão permitir a simplificação de todo o processo, com mais segurança jurídica para as partes e garantindo a conformidade na apuração do ICMS, a partir da manutenção de uma única fonte de informação. Nesse sentido, a Receita Estadual do Rio Grande do Sul é pioneira no País, visto que propôs nacionalmente a alteração do Ajuste SINIEF 02/2009, que trata da EFD, prevendo a possibilidade de dispensa da escrituração.

Com a evolução da apuração assistida, torna-se cada vez mais importante que os documentos fiscais eletrônicos tenham informações consistentes, de qualidade, pois elas servirão de base para todo o processo. O momento da autorização, por exemplo, ganha grande relevância, sendo fundamental que os contribuintes reforcem seus cuidados, evitando a rejeição”, destaca um dos coordenadores do projeto na Receita Estadual, Giovanni Dias Ciliato, que também salienta que a expectativa é que a redução dos arquivos EFD seja superior a 90% em alguns casos, como por exemplo no ramo varejista.

Receita 2030 e simplificação extrema das obrigações dos contribuintes

A agenda Receita 2030 consiste em 30 iniciativas propostas pela Receita Estadual para modernizar a administração tributária gaúcha. Os principais focos são promover a transformação digital do fisco, a simplificação extrema das obrigações dos contribuintes, a melhoria do ambiente de negócios, o desenvolvimento econômico e a otimização das receitas estaduais.

Uma das medidas estabelecidas é a Obrigação Fiscal Única, com destaque para a evolução da Apuração Assistida, que deverá incorporar outros documentos fiscais eletrônicos. A ideia é restringir gradualmente as obrigações acessórias dos contribuintes a apenas emitir o documento fiscal da operação ou prestação, deixando todo o resto para o fisco. Entre os benefícios esperados estão a melhoria do ambiente de negócios e a redução da burocracia e do custo tanto para os contribuintes quanto para o estado, aumentando também a segurança jurídica da relação.

Fonte: Receita Estadual RS

CRCRS, Sescon-RS e Banco de alimentos lançam a campanha “Contabilidade Solidária”: mais que um gesto cidadão, uma atitude humanitária!

A campanha “Contabilidade Solidária”, que visa à arrecadação de alimentos, protagonizada pela classe contábil, em todo o Estado, foi lançada, em 17 de junho, em live que contou com as participações dos presidentes das entidades parceiras, Ana Tércia L. Rodrigues, do CRCRS; Célio Levandovski, do Sescon-RS; e Paulo Renê Bernhard, da Rede Banco de Alimentos do RS.

A mediação foi do coordenador da Comissão de Estudos do Voluntariado do CRCRS, Gerson Luis dos Santos, que lembrou que “neste momento, doar é mais que um gesto solidário, é uma atitude humanitária!”

Contador Gerson Luis dos Santos, coordenador da Comissão de Estudos do Voluntariado do CRCRS

Entusiasmada com a campanha, a presidente do CRCRS, Ana Tércia, ressaltou a importância de que cada um faça a sua parte, doando alimentos e agasalhos àqueles que mais precisam. Lembrou que a Contabilidade é uma ciência social e, como tal, precisa que os profissionais da contabilidade, que estão em todos os setores, em todas as empresas, se mobilizem e participem da campanha.

Ana Tércia L. Rodrigues, presidente do CRCRS

O presidente do Sescon-RS, Célio Levandovski, considerou que a solidariedade é uma palavra que faz parte da vida dos profissionais da contabilidade há muito tempo. Registrou reconhecimento ao presidente do CRCRS, no período 2006-2009, Rogério Rokembach, por ter sido um dos parceiros na idealização do Mês da Solidariedade Contábil, que atingiu sua 15ª edição, no final de 2020. A classe contábil também participa da campanha Valores que Ficam, de destinação do imposto de renda devido aos fundos da criança e do adolescente e fundo da pessoa idosa. Hoje, a campanha Contabilidade Solidária conta com a parceria do Banco de Alimentos do Estado, o que Célio afirma ser uma satisfação e garantia de sucesso.

Para o presidente do Banco de Alimentos, Paulo Renê Bernhard, “o propósito é combater a fome e levar esperança. Há muitas pessoas esperando por nós!”, afirma, salientando a importância da Campanha Contabilidade Solidária. Nesse sentido, são tomados todos os cuidados para assegurar que os recursos arrecadados sejam doados a entidades fidedignas, explica.

Paulo Renê Bernhard, presidente da Rede Banco de Alimentos do RS

Todos podem participar da Campanha Contabilidade Solidária.
É possível doar de qualquer lugar do Estado, sem sair de casa – basta acessar o QR Code ou link da campanha bit.ly/ContabilidadeSolidaria, que a doação será direcionada ao Banco de Alimentos – responsável pela distribuição entre as entidades cadastradas do Estado.
E tem mais: em 9 de julho, das 8h às 18h, paralela à campanha de alimentos, será realizada uma ação simultânea, em todo o Estado, de arrecadação de agasalhos. Cada cidade deve organizar a sua própria arrecadação de agasalhos.
Em Porto Alegre, os postos de arrecadação serão:
CRCRS – Av. Sen. Tarso Dutra, 170 loja 101
Sescon-RS – Rua Augusto Severo, 168
Faça a diferença na sua comunidade! Participe!
Confira a live de lançamento, na TV CRCRS, canal do YouTube.

Lei da Liberdade Econômica fomenta empreendedorismo, em Porto Alegre

Atividades econômicas consideradas de baixo risco, como salões de beleza, borracharias e pet shops, não necessitam mais de licença, autorização, concessão, inscrição, permissão, alvará, cadastro, credenciamento, entre outros atos antes exigidos para funcionar em Porto Alegre.

O Decreto nº 21.007/2021, que regulamenta a Lei da Liberdade Econômica, foi assinado pelo prefeito Sebastião Melo, em 26 de abril, com o objetivo de facilitar a vida do empreendedor, gerando oportunidades para os pequenos negócios.

Entre as novas facilidades, também deixarão de ser exigidos firma reconhecida, autenticação de cópias de documentos, comprovantes de residência e domicílio. Passa a valer o princípio da boa-fé, onde se assume a boa intenção do empreendedor em criar seu negócio.

Confira a íntegra do Decreto nº 21.007/2021, de 26 de abril de 2021.

Reuniões abertas das comissões de estudos oportunizam mais interação com os profissionais da contabilidade

Com o intuito de oportunizar a interação entre os profissionais da contabilidade e as comissões de estudos, o CRCRS promoverá reuniões abertas com debates importantes sobre temas das respectivas comissões. A primeira, será realizada na próxima quinta-feira, 10 de junho, às 14h15, em formato virtual, pela Comissão de Estudos em Controladoria, para debater “O papel da Controladoria na gerência de crise e retomada de negócios”.

Adauto Fröhlich, coordenador da comissão, destaca que essa será uma oportunidade importante de compartilhamento de experiências e esclarecimento de dúvidas, bem como de aproximação entre o CRCRS e os profissionais contábeis, que poderão conhecer melhor o funcionamento da comissão, integrada por membros de diversas regiões do Estado.

Os profissionais que ainda não têm cadastro na plataforma Teams do CRCRS, devem se inscrever até às 12h, do dia 9 de junho.

Orgulho de ser contador: CFC comemora 75 Anos de Criação dos Conselhos de Contabilidade e regulamentação da profissão contábil

Em 27 de maio, foram celebrados 75 anos da criação do Sistema CFC/CRCs, desde a assinatura do Decreto-Lei n.º 9295/1946, pelo então presidente da República Eurico Gaspar Dutra. A diversificada programação do “Seminário em Comemoração aos 75 Anos de Criação dos Conselhos de Contabilidade”, realizado em formato híbrido, fez jus à grandiosidade da trajetória da classe contábil e foi transmitido ao vivo, pelo canal do CFC no YouTube (CFCBSB), durante todo o dia. Na plateia on-line, lideranças contábeis, renomados profissionais que contribuíram e contribuem para o crescimento e aprimoramento da classe contábil brasileira, autoridades, representantes de instituições parceiras e profissionais da contabilidade.

Presidentes dos Regionais prestam homenagens

Para homenagear o Sistema, os presidentes dos Conselhos Regionais de Contabilidade enviaram depoimentos sobre a importância da data. Ao parabenizar toda a comunidade contábil brasileira por pertencer a um sistema forte e atuante, a presidente do CRCRS, Ana Tércia L. Rodrigues, afirmou que “comemorar os 75 anos do Conselho Federal de Contabilidade é virar mais uma página do livro de memórias de uma profissão cuja história segue sendo contada por cada presidente, conselheiro, delegado, colaborador, membro de comissão de estudos dos 27 conselhos regionais de contabilidade que diariamente trabalham pela valorização e fortalecimento da profissão contábil.”

Detentores da Medalha João Lyra são homenageados

Durante o seminário, os 15 detentores da Medalha Mérito Contábil João Lyra foram homenageados por sua contribuição à história da Contabilidade no Brasil: Hilário Franco (SP), Ulisses Celestino de Góes (RN), Zilmar Bazergue Vasconcellos (RS), Ynel Alves de Camargo (SP), Olivio Koliver (RS), Antônio Lopes de Sá (MG), Miltino Rodrigues Martinez (BA), Sérgio Approbato Machado (SP), Ivan Carlos Gatti (RS), Antônio Carlos Nasi (RS), José Maria Martins Mendes (CE), Eliseu Martins (SP), Jose Martonio Alves Coelho (CE), Maria Clara Cavalcante Bugarim (AL) e Antoninho Marmo Trevisan (SP).

A Medalha do Mérito Contábil João Lyra, instituída em 1976, é conferida a cada quatro anos, durante os Congressos Brasileiros de Contabilidade, como forma de reverenciar os profissionais que tenham se distinguido de forma relevante e contribuído, direta ou indiretamente, para elevação da classe.

CFC lança livro comemorativo aos 75 anos de criação dos Conselhos de Contabilidade

Em meio ao seminário virtual, foi lançado o livro “75 Anos de Criação dos Conselhos de Contabilidade. Uma História Brilhante”, obra que resgata a história da regulamentação da profissão, a partir do início do século XX, com enredo composto por 75 atos. A comissão responsável pela elaboração do livro foi composta por expoentes da contabilidade no Brasil, sob a coordenação de José Martonio Alves Coelho, presidente do CFC, no período 2014-2017.

Ex-presidentes do CFC são reverenciados

A contribuição dos ex-presidentes do CFC à classe contábil foi reverenciada em homenagem que contou com as participações on-line dos ex-presidentes José Martonio Alves Coelho e Maria Clara Bugarim. Na oportunidade, foi lançada a galeria virtual de ex-presidentes e lançada a placa comemorativa aos 75 anos de criação do Sistema CFC/CRCs, que será fixada no hall de entrada do edifício-sede do Conselho Federal de Contabilidade, em Brasília (DF). Em sua saudação, o presidente Zulmir Breda dedicou o evento aos antecessores no comando do CFC e anunciou que os ex-presidentes vivos receberão um troféu alusivo aos 75 anos.

Convite ao voluntariado

Em meio à comemoração dos 75 anos de criação do Sistema CFC/CRCs, o Conselho Federal de Contabilidade lançou a campanha “Orgulho de ser voluntário: orgulho de ser contábil”, em nível nacional. A ação tem por objetivo incentivar profissionais da contabilidade a participarem do Programa de Voluntariado da Classe Contábil (PVCC), que busca apoiar a sociedade civil em diversas frentes.

Na ocasião, foi apresentada a nova versão do site voluntariadocontabil.cfc.org.br/, que facilita a identificação dos subprogramas, dos coordenadores estaduais e a divulgação das atividades que estão sendo realizadas em todo o país, entre elas as ações do PVCC-RS.

50 anos da Revista Brasileira de Contabilidade

Para marcar os 50 anos de edição consecutiva da Revista Brasileira de Contabilidade (RBC), foi realizado o painel “Celebração dos 50 anos de edição da RBC pelo CFC”, com as participações do presidente do CFC, Zulmir Breda; da coordenadora do Conselho Editorial da RBC, professora Jacqueline Veneroso Alves da Cunha; do coordenador do Conselho Editorial no período de 2005 a 2009, professor José Antonio de França; e do membro do Conselho Editorial da RBC, professor Ernani Ott.

Fundada em 1912, para servir de veículo da produção técnica da área contábil, a RBC é um patrimônio da classe contábil brasileira, mas, somente a partir da década de 1970, quando o CFC assumiu a responsabilidade sobre o periódico, a edição da revista não foi mais interrompida.

Em comemoração aos 50 anos de edição da RBC pelo CFC, foi produzido um número especial.

Painel com entidades parceiras

A visão das entidades parceiras do Sistema Contábil Brasileiro também foi tema de painel, durante o seminário comemorativo dos 75 anos do Sistema CFC/CRCs.

Integraram a mesa de debate virtual do painel a presidente da Associação Interamericana de Contabilidade (AIC) e da Academia Brasileira de Ciências Contábeis (Abracicon), Maria Clara Cavalcante Bugarim; o presidente da Fundação Brasileira de Contabilidade, Adeildo Osório de Oliveira; o presidente do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (IBRACON), Valdir Renato Coscodai; e o vice-presidente de Desenvolvimento Profissional do Conselho Federal de Contabilidade, Aécio Prado Dantas Júnior.

Novo perfil do profissional da contabilidade

Na palestra “Passado, presente e futuro da profissão”, o indicado à Medalha Mérito Contábil João Lyra, Antoninho Marmo Trevisan, apresentou a caminhada histórica da contabilidade e o seu desenvolvimento, abordando o novo perfil do profissional da contabilidade. A exposição, que encerrou as apresentações virtuais do seminário comemorativo aos 75 anos do Sistema CFC/CRCs, teve moderação do presidente do CFC, Zulmir Breda.

O vídeo do Seminário em Comemoração aos 75 Anos de Criação dos Conselhos de Contabilidade está disponível na TV CFC (CFCBSB), no YouTube. Confira!

Programa de Voluntariado da Classe Contábil: profissionais da contabilidade são agentes de transformação social

O Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul (CRCRS), por meio da Comissão de Estudos de Voluntariado, se soma aos subprogramas desenvolvidos pelo PVCC: Rede Nacional de Cidadania Fiscal – Observatórios Sociais; Educação Financeira; Ações Locais de Voluntariado; e Doações ao Funcriança e Fundo do Idoso. Dentre as ações empreendidas, uma iniciativa de grande alcance social é a Campanha Valores que Ficam, capitaneada pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, que visa incentivar os contribuintes a destinarem até 6% do imposto de renda (IR) devido para projetos sociais cadastrados nos Fundos da Criança e do Adolescente e Fundos da Pessoa Idosa.

O CRCRS apoia a campanha, realizando um grande número de eventos, com vistas a mobilizar, sensibilizar e orientar os contribuintes para a destinação, sem gastar nada. O montante arrecadado cresce a cada ano, mas ainda está muito aquém do potencial. Em 2020, cerca de R$ 17 milhões foram direcionados a projetos sociais do Estado, entretanto, a capacidade de arrecadação do RS é cerca de R$ 500 milhões.

Para aumentar esses valores, o PVCC estimula os profissionais da contabilidade a atuarem como agentes de transformação social, afirma a coordenadora do PVCC-RS e do PVCC nacional, Silvia Grewe. Eles participam de lives, palestras e entrevistas que incentivam o direcionamento do IR, dessa forma, fazendo a diferença para melhorar a vida de quem mais precisa.

Vice-presidente de Gestão do CRCRS, Celso Luft, em entrevista ao programa Bom Dia Rio Grande, da RBS TV, sobre Campanha Valores que Ficam, em dezembro de 2020

Vice-presidente de Gestão do CRCRS, Celso Luft, na live “As vantagens e a importância da destinação do IR para o Funcriança e Fundo do Idoso”, em 6 de maio

Contador Gerson Luis dos Santos, coordenador da Comissão de Estudos do Voluntariado do CRCRS, na live “As vantagens e a importância da destinação do IR para o Funcriança e Fundo do Idoso”, em 6 de maio

Contadora Cristiane Teresinha Domingues de Souza, coordenadora da Comissão de Estudos Plural e Inclusivo do CRCRS, na live “As vantagens e a importância da destinação do IR para o Funcriança e Fundo do Idoso”, em 6 de maio

Confira a live “As vantagens e a importância da destinação do imposto de renda para o Funcirança e Fundo do Idoso”, na TV CRCRS, no YouTube.

Vice-presidente de Gestão do CRCRS, Celso Luft, em entrevista ao programa Bom Dia Rio Grande, da RBS TV, em 10/06/2020

Confira a live “As vantagens e a importância da destinação do IR para o Funcriança e Fundo do Idoso”, pela TV CRCRS, no TouTube

O ícone Eliseu Martins é uma das Lendas da Contabilidade, saiba por quê!

O Lendas da Contabilidade, realizado na manhã de sábado (22/05), oportunizou aos profissionais contábeis revisitarem fatos importantes da história da profissão e da sua evolução, relatados pelo professor Dr. Eliseu Martins, que deu uma verdadeira aula sobre contabilidade. Esse quinto episódio da série Lendas da Contabilidade foi transmitido pela TV CRCRS, no YouTube, e está disponível para acesso.

Medalha João Lyra, Doutor Honoris Causa, Professor Emérito de duas faculdades de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo, entre muitas outras condecorações, Eliseu Martins brindou o público com relatos de suas vivências, em um bate-papo conduzido pelas presidentes do CRCRS, Ana Tércia L. Rodrigues, e da AIC e Abracicon, Maria Clara Bugarim.

Ao apresentar o vasto currículo do homenageado, a presidente Ana Tércia destacou que Eliseu Martins é uma das primeiras referências bibliográficas na Contabilidade de custos do País, que segue trabalhando em vários programas de graduação e pós-graduação, foi diretor da CVM e do Banco Central, e representante do Brasil na ONU para assuntos de Contabilidade e divulgação de informações, dentre inúmeras outras atividades.

Para a presidente da Abracicon, Maria Clara Bugarim, o professor Eliseu Martins é um dos precursores do caminho de internacionalização da Contabilidade brasileira.

Fundador e membro emérito do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), Eliseu Martins recordou que, no Brasil, um passo importante para a convergência da contabilidade brasileira às normas internacionais foi a criação do CPC, por meio da Resolução CFC n º 1.055/2005, na gestão de José Martonio Alves Coelho à frente do Conselho Federal de Contabilidade. Já a implantação do Comitê não foi tarefa fácil. Somente após anos de discussão, com muito esforço e graças à habilidade de conciliação da então presidente do CFC, Maria Clara Bugarim, foi possível alcançar a comunhão de objetivos das seis entidades que deram origem ao CPC: Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec), Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa), Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon) e Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi).

A criação do CPC teve por objetivo atender a necessidade de convergência internacional das normas contábeis, centralizar a emissão dessas normas, bem como de representação e processo democrático na produção das informações contábeis, envolvendo seus elaboradores, auditores, usuários, academias, agentes de intermediação e governo.

Convergências às normas internacionais de contabilidade

Em uma verdadeira aula sobre a construção da convergência de normas internacionais de contabilidade, Eliseu Martins explicou que esse processo começou fora do Brasil, muito antes da criação do Comitê.

Na segunda metade do século XX, com a internacionalização da economia e a expansão das empresas transnacionais, veio a necessidade da convergência das normas contábeis. A ONU foi a primeira organização internacional a trabalhar nesse sentido, mas, além das questões técnicas, a entidade se via às voltas com aspectos políticos, o que dificultava o avanço de acordos.

Na época, havia três grandes blocos de países: germânicos, com a contabilidade voltada à proteção aos credores; latinos, cuja contabilidade era dominada pelas regras fiscais; e os anglo-saxônicos, focados no investidor em ações minoritárias.

Na década de 1970, surgiu o International Accounting Standards Committees (IASC), com o objetivo de aproximar as regras de uma dezena de países, o que, contudo, não se efetivou. A mudança somente ocorreu a partir de 2005, quando o IASC já havia dado origem ao International Accounting Standards Board (IASB) – a União Europeia passou a adotar as normas do IASB, principalmente, com base na linha anglo-saxônica, de informações centradas no interesse do investidor, porém, naquele momento, aumentado o poder do credor.

Foi um grande sucesso nos mercados de ações, de capitais, de compra e venda de empresas e, também, nos mercados de análise de crédito, embora alguns países tenham se aproximado mais rapidamente do que outros, como no caso da Alemanha, cujo regramento era bastante diferente dos demais países europeus.

No Brasil, a linha da contabilidade italiana, seguida inicialmente, foi substituída pela normatização americana, muito semelhante a anglo-saxônica.

Não foi uma mudança tranquila, houve muita resistência, como as posições divergentes. Um importante oponente ideológico, como lembrou a presidente Ana Tércia, foi o professor Olivio Koliver, que presidiu o CRCRS em duas gestões, 1980-1983 e 1994-1997. “Os debates eram muito ricos, a gente aprendia muito e hoje a contabilidade se ressente da falta desses embates”, afirmou ela.  O outro nome que contribuiu para enriquecer os debates foi lembrado pela presidente Maria Clara, o professor Antônio Lopes de Sá, presidente da Abracicon por três mandatos e membro de honra de academias na França, Espanha e Estados Unidos.

As mudanças ocorridas foram significativas e inspiraram, em 1976, a criação da Comissão de Valores Mobiliários e a Lei nº 6.404/76 – Lei das Sociedades Anônimas. A partir daí, o Brasil tornou-se o primeiro país do mundo não saxônico a aplicar equivalência patrimonial e fazer consolidação de balanços, além do regime de competências que passou a ser extremamente forte. “A Lei das Sociedades Anônimas nos colocou em uma posição ímpar na contabilidade mundial, praticamente igual às contabilidades norte-americana e inglesa, que eram as que tinham foco no gestor e investidor”, afirmou Eliseu Martins.

Entretanto, com o decorrer do tempo, as normas do IASB foram avançando e a Lei das Sociedades Anônimas permaneceu onde estava. Eram necessárias novas adequações. Com a Lei 11.638/2007, parte da Lei das S.A. foi reformada e a legislação brasileira harmonizada aos padrões internacionais. Também foi essa a lei que efetivamente segregou fisco de contabilidade

Profissional da contabilidade

Havia três imagens da profissão de contador, no mundo todo. No Brasil, o profissional da contabilidade era visto como um empregado das empresas contratados para atender o interesse do fisco. Entre os alemães, a figura do contador era extremamente respeitada, porque se tratava de uma atividade voltada aos interesses do credor. Já, nos Estados Unidos e na Inglaterra, onde a contabilidade há muito é voltada aos interesses dos investidores, a profissão está entre as primeiras profissões mais respeitadas.

O professor Eliseu Martins avalia que foi com a implantação das normas internacionais que veio o grande salto da imagem da profissão perante a sociedade. O profissional deixou de apenas seguir regras preestabelecidas e passou a julgar, enfrentar conflitos e tomar decisões; o serviço não tem mais apenas um único usuário, que era o fisco, e passou a ter vários. Isso representou uma evolução.

Transformações da academia

A nova visão da educação continuada e integrada com a interdisciplinaridade e seus reflexos na transformação da academia também foram tema dos questionamentos das presidentes Ana Tércia e Maria Clara ao professor Eliseu. Segundo ele, juntamente com diversos professores da USP, sempre defendeu a posição de que é preciso não somente ensinar, mas também provocar o crescimento das condições de ensino. Nesse sentido, lembrou das incursões pelo Brasil, para estimular instituições de ensino superior, em diferentes Estados, a criarem cursos de pós-graduação em Ciências Contábeis, a fim de aumentar o número de professores titulados.

Desse movimento, resultou também a criação de um curso preparatório para mestrado, destinado a professores de universidades públicas, com vistas a qualificar o ensino.

Ana Tércia recordou que, hoje, o curso de Ciências Contábeis tem grande atratividade para os jovens, figurando entre as opções mais procuradas de curso superior.

O lado pessoal

Sobre a atratividade dos cursos de Ciências Contábeis para os jovens, a presidente Maria Clara perguntou quais atributos da profissão contábil conquistaram os dois filhos do professor Eliseu Martins. Ele assegura que nunca buscou influenciar os filhos e que ambos iniciaram formações em outras áreas, antes se voltarem para a contabilidade. O mesmo ocorreu com ele, que era funcionário do Banco do Brasil quando arriscou abraçar o magistério nas Ciências Contábeis, atendendo a um convite do seu professor. Na época, a troca da promissora carreira de bancário foi um susto para a família, mas ele garante que tem sido muito feliz na profissão.

Interdisciplinaridade

Sobre a importância da interdisciplinaridade, o professor alerta que o profissional contábil que estudar apenas a Contabilidade não sairá do lugar. “Hoje, é preciso entender de tecnologia, conhecimentos básicos de economia, compreensão mínima do linguajar jurídico e noções de administração e, principalmente, capacidade de relacionamento humano, entre outros. Isto acontece com os profissionais de todas as áreas”, afirma, relatando que há uma grande demanda e que já estão sendo ministrados cursos de inteligência contábil para profissionais de outras áreas, bem como institutos educacionais e grupos de estudo interdisciplinares, por exemplo, nas áreas de direito societário, direito tributário e da contabilidade.

A presidente Ana Tércia, que leciona na Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul comentou que é preciso atentar para o potencial de a contabilidade atender ao interesse de profissionais das áreas de investimento, de mercado de capitais, e conselhos de administração de empresas – um nicho que se abre para a profissão contábil e que pode ser explorado comercial, acadêmica, intelectual e cientificamente.

Ao final do programa a apoiadora da série Lendas da Contabilidade, Safeweb, sorteou dez certificados digitais, e-CPFs.

A quinta edição da série Lendas da Contabilidade está disponível da TV CRCRS, YouTube. Confira!

CRCRS se soma ao movimento “Gaúchos Unidos pela Vacina”

Diante da situação difícil causada pela pandemia, em que unir esforços torna-se ainda mais necessário, o CRCRS entendeu a importância de engajar-se à campanha “Unidos pela Vacina”, que é um movimento apartidário, formado pela sociedade civil, com o objetivo principal de contribuir para acelerar o processo de vacinação no País.

Foram estabelecidas frentes de atuação do movimento em todos os Estados do Brasil e no Distrito Federal. No RS, o lançamento ocorreu em 13 de maio.

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Lucro presumido, Funrural e escrituração contábil no Sped serão temas de webinars da próxima semana

Na próxima semana, o CRCRS realizará webinars certificados, com muita informação e conhecimento, em diferentes áreas. Os eventos, que pontuarão para o Programa de Educação Profissional Continuada (PEPC), terão transmissão pela Plataforma Teams e TV CRCRS no YouTube. Confira, a seguir, e inscreva-se!

 18/05, das 9h às 11h“Lucro Presumido”, com palestra do auditor-fiscal da Receita Federal do Brasil Edevaldo Maroneze e apresentação de Caroline Sebastião de Oliveira, conselheira do CRCRS e diretora de Comunicação do Sescon-RS.

18/05, das 17h às 18h“Cruzamento de Dados e Fiscalização: Funrural e Declaração de Grãos – Lei 8023/90 e IN 83/2001”, com os integrantes da Comissão de Estudos de Contabilidade do Setor do Agronegócio do CRCRS, Enio Borges de Paiva, Rafael Pavan e Fabiano Ferreira (moderador).

20/05, das 9h às 12h“Escrituração Contábil no Sped: Básico de ECD e ECF (Lucro Real e Presumido – Enfoque Contábil)”, com palestra do contador especialista em Contabilidade e Finanças e consultor empresarial, Adilson Torres, e apresentação da  conselheira do CRCRS, Tatiani Margutti Brocca Pedrotti.