Presidente Ana Tércia participa de live sobre o panorama da educação no curso de Ciências Contábeis

Professores universitários do Maranhão, Amazonas, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul discutem o ambiente acadêmico, situando dentro de suas respectivas realidades o ensino da Ciências contábeis.

O debate se deu em live promovida pela Conexão de Líderes Contábeis, em 10 de junho, com as participações da presidente Ana Tércia, professora da UFRGS, dos professores Patrícia Castro (MT), Fernando José Leite (MA) e Andrey Oliveira (AM).

Os docentes lembraram como iniciaram suas atividades dentro do ambiente universitário, analisando a evolução nesse segmento e enfatizando a influência e a presença da tecnologia, atualmente, no dia a dia do ensino. Projeções para o futuro do ensino não faltaram.

Também foi abordada a necessidade do professor diversificar as áreas do conhecimento, sem descuidar do conhecimento técnico.

A presidente Ana Tércia chamou a atenção para a próxima mudança relevante: a Revolução 5.0, que recoloca o ser humano no centro do processo, valorizando o compartilhamento.

Outros aspectos fundamentais referentes à educação no curso de Ciências Contábeis foram citados. Assista a íntegra da live em Conexão Líderes  Contábeis, no youtube.

https://www.youtube.com/watch?v=s0L2uWDXZfs

 

Empresários contábeis discutem fusões, aquisições e sucessões – oportunidades e desafios

Com a mediação da conselheira do CRCRS e presidente do Comitê de SMP da IFAC, Mônica Foerster, os empresários contábeis, Rogério Rokembach, auditor e consultor de empresas; Roberto Branchi, consultor de empresas nas áreas de Gestão, Controladoria e Finanças; e Célio Levandovski, presidente do Sescon-RS, debateram, em live realizada em 9 de junho, os processos de fusões, aquisições e sucessões – oportunidades e desafios.

Mônica definiu o momento como de união, de contar com expertises de diversos segmentos, de otimizar procedimentos de rotina e práticas habituais. Quantos as oportunidades, acredita que existem e vão continuar surgindo, ao mesmo tempo em que os desafios se apresentam por meio de diferentes culturas, políticas e valores.

Para Rokembach, todos os setores da economia estão impactados  pela pandemia, uns mais do que outros, mas todos sofrendo os reflexos dessa crise. Por isso, acredita que as coisas não voltarão a ser como eram. Aconselha os empresários a olharem para frente, refletir e agir. Cada um analisando o seu momento, estrutura da organização e projetando o futuro, que pode passar por refundar o seu negócio, por fusão ou aquisição.

Já Branchi define o momento atual como uma “guerra contemporânea”. “A crise serve de catalizador de negócios, de ruptura de modelos. O profissional tem que se reinventar, admitir e incorporar nas rotinas dos escritórios a transformação digital. O legado de todas as incertezas geradas também foi a questão da empatia.

O presidente do Sescon-RS concordou que o momento é de rever estruturas e valores. Considerou que hora do “desapego”, de exercer o poder da negociação e da gestão. Célio mencionou a importância de profissionalizar os escritórios e de trabalhar em rede, assim como de reavaliar estruturas e incrementar o uso da tecnologia. “Hoje, o profissional tem que ser gestor do seu negócio”, declarou.

Assista o debate na íntegra, acessando a TVCRCRS, no Youtube. Várias situações e circunstâncias envolvendo o tema foram abordadas. Confira!

 

NBCs em audiência pública

O CFC ofereceu à  audiência pública as seguintes normas:

– NBC TG XX – Contabilidade para Entidade em Processo de Liquidação, estabelece critérios e procedimentos contábeis específicos para entidade em liquidação;

– NBC PA 13 (R3) – Exame de Qualificação Técnica – Auditoria.

As minutas das respectivas normas estão disponíveis em cfc.org.br/tecnica/audiencia-publica para apreciação.

Os comentários e sugestões devem ser encaminhados para tecnicacfc@gmail.com, fazendo referência à minuta, até 17 de junho.

Reflexos da pandemia na Contabilidade Pública

“Mudanças e a situação das obrigações dos contadores públicos” foi o tema do webinar, realizado em 4 de junho, com os conselheiros Aramis de Souza, auditor público externo do TCE-RS, e Cézar Mauss, coordenador da Comissão de Estudos de Contabilidade Aplicada ao Setor Público do CRCRS, sob a mediação da vice-presidente Elaine Strehl.

Durante o debate foram levantadas várias questões sobre a atuação do profissional contábil na área pública, diante da pandemia; como lidar com a constante alteração nas normas e, especialmente, nesse momento, com o grande número medidas editadas; as dificuldades em cumprir as obrigações; a aplicação dos gastos constitucionais; entre outros tópicos.

Para Mauss, desde 2008, com o início das alterações nas normas públicas, o cenário do profissional da contabilidade que atua nesse segmento foi se modificando e exigindo um repensar na condução do trabalho, uma vez que, as mudanças foram se seguindo, e continuam ainda, e, cada vez mais, o contador teve que desenvolver a sua capacidade de interpretação e decisão.

Aramis define o contador como o protagonista das ações, nesse período. Acredita que a classe vai sair fortalecida dessa crise. pois as ações envolvem recursos e, a partir daí, segundo ele, entra o papel de destaque do contador, que terá que elaborar o orçamento até a execução.

Elaine concorda que a importância do profissional da área contábil cresceu nesses tempos de pandemia.

“O contador público está à frente das empresas. Não atua somente na execução da contabilidade, elaboram peças orçamentárias e fornecem informações para a tomada de decisão dos gestores”, ressalta a vice-presidente do CRCRS, que lembrou ainda as iniciativas do Conselho, logo que o isolamento se estabeleceu, em relação aos ofícios encaminhados aos órgãos públicos, solicitando flexibilização de prazos, como ocorreu com o TCE/RS.

Para saber muito mais sobre o tema, acesse a TV CRCRS – Youtube – e assista o webinar.

https://www.youtube.com/watch?v=WJn72L5kivY

 

 

Coordenadores das comissões de estudos reúnem-se para debater estratégias e diretrizes de atividades

Na tarde de 4 de junho, a presidente Ana Tércia e o vice-presidente Márcio Schuch Silveira, participaram da reunião de coordenadores das comissões de estudos do CRCRS. Hoje, o Conselho mantém 14 comissões um grupo de trabalho.

A presidente abriu a reunião, salientando a importância das comissões na aproximação da entidade com os profissionais, na identificação de entraves de atuação, dentro de suas respectivas áreas, além de disseminar, cada vez mais, o conhecimento específico de cada segmento.
Sob a coordenação do vice-presidente, a reunião prosseguiu com a discussão em torno de estratégias e propósitos referentes às atividades a serem desenvolvidas.

Comissões de Estudos do CRCRS 

• Comissão de Estudos em Controladoria

• Comissão de Estudos do Voluntariado

 Terceiro Setor

Receita Estadual divulga décima edição de Boletim Semanal sobre os impactos econômico-fiscais da Covid-19

A Receita Estadual publicou, nesta quarta-feira (3/6), a décima edição do Boletim Semanal sobre os impactos da Covid-19 nas movimentações econômicas dos contribuintes de ICMS do Estado. Os principais indicadores econômico-fiscais do Rio Grande do Sul demonstram que, em geral, a pandemia segue afetando negativamente os resultados, mas em níveis bem menos bruscos que os verificados em abril. A publicação, que está disponível no site da Secretaria da Fazenda e no Receita Dados (portal de transparência da Receita Estadual), considera o período entre 16 de março, quando foram adotadas as primeiras medidas de quarentena pelo Governo, e a última sexta-feira (29/5).

A emissão de Notas Eletrônicas, por exemplo, consolidou a tendência de recuperação, estabilizando as quedas em 1%, 2% e 3% nas últimas três semanas, respectivamente, sempre comparando a períodos equivalentes de 2019. “Esse índice chegou a ser de -31%. No acumulado do período analisado, a redução é de 12%, o que significa que cerca de R$ 240 milhões deixaram de ser movimentados, em operações registradas nas notas eletrônicas, a cada dia”, salienta Ricardo Neves Pereira, subsecretário da Receita Estadual.

O desempenho da Indústria também reforça o cenário de estabilização, com queda de 14% na última semana. A variação chegou a ser de -41% em abril e no acumulado é de -17%. O destaque positivo da última semana foi o setor de Tratores e Implementos Agrícolas, que apresentou variação positiva de 16%, reafirmando sua posição entre os setores “ganhadores” pela quinta semana consecutiva. Outro setor que vem mantendo-se no rol de variações positivas é o de Madeira, Cimento e Vidro (+15%). No acumulado, os maiores crescimentos ocorrem nos setores de Suínos e de Arroz (ambos com 44%). As maiores quedas continuam sendo dos setores industriais Coureiro-Calçadista (-60%), que estabilizou as perdas entre 35% e 40% nas últimas três semanas, e de Veículos (-59%), que registrou indicador interanual de -78% na última semana, igualando o pior nível de perdas do período de análise, ocorrido no início de abril.

O Atacado, por sua vez, segue com ganhos no comparativo interanual, refletindo a forte influência positiva dos atacadistas de insumos agropecuários e alimentos. Na última semana, o crescimento frente ao mesmo período de 2019 foi de 5% (na anterior, havia sido de 13%). No acumulado desde 16 de março, a atividade atacadista encontra-se estável, com 0% de variação em relação ao ano anterior.

Em relação às vendas do Varejo, a variação na última semana foi de -4% frente ao mesmo período do ano anterior. Na semana anterior, o indicador encontrado foi de -3%, reforçando a estabilização das perdas. No acumulado do período, entretanto, o Varejo ainda é a atividade mais afetada, com -18%. Entre as mercadorias com maiores variações negativas nas vendas constam itens relacionados a vestuários e calçados, com as maiores quedas percentuais (na ordem de 50% a 60%), veículos, com as maiores quedas em valores, máquinas e aparelhos elétricos, móveis e bebidas alcoólicas. Os produtos de setor de alimentos (como cereais, óleos, leite, carnes, frutas, hortícolas e peixes), da indústria química (como sabão para lavar roupa e álcool em gel) e do setor farmacêutico estão entre as maiores variações positivas.

Desde o início da pandemia, em geral, os números têm apontado crescimento nas vendas de produtos de higiene, alimentos, medicamentos e materiais hospitalares. Para os demais produtos, entretanto, temos uma redução média de 28% no acumulado, sendo que esse índice já foi de -72% no final de março”, destaca Ricardo Neves.

Desempenho do Varejo por COREDE

No tocante ao desempenho do Varejo por região do Estado, conforme os 28 Conselhos Regionais de Desenvolvimento (COREDE) existentes no Rio Grande do Sul, os resultados relativos ao comportamento de vendas a consumidor final no acumulado a curto prazo até o dia 29 de maio mostram que a média de variação para as COREDES cuja participação na atividade industrial gaúcha é maior (Metropolitano Delta do Jacuí, Vale do Rio dos Sinos, Serra, Sul, Vale do Taquari, que respondem por ¾ da produção industrial do Estado) saiu de -15% para -8%. As demais regiões saíram de uma média de variação de curto prazo de -6% para -1%.

O destaque positivo ocorre na região do Vale do Taquari, que saiu de uma variação de -16% registrada em 22 de maio, para -4%, no dia 29. Em segundo lugar encontra-se a região Metropolitano Delta do Jacuí, importante por sua relevância industrial: saiu de -25% de variação de curto prazo para -16% nos mencionados períodos. 

Além disso, as COREDES Vale do Caí, Fronteira Oeste, Centro Sul, Missões, Campanha, Médio Alto Uruguai, Celeiro e Vale do Jaguari reverteram um cenário de perdas registradas no último dia da semana de análise anterior, para um de ganhos no último dia desta semana de análise. De variações negativas entre -6% e -1%, essas COREDES passaram a registrar variações positivas entre 1% e 6%.

Combustíveis 

A análise do ano de 2020 denota que o Etanol é o combustível cujas vendas foram mais afetadas pela pandemia. Embora já indicasse desempenho abaixo em janeiro e fevereiro, as quedas foram ainda mais bruscas em março, abril e maio. Com isso, as vendas registram retração de 41% no acumulado do ano frente ao mesmo período de 2019. Durante o período de análise do Boletim (16/3 a 29/5), a redução média é de 59%, não havendo sinais de melhora contundentes nos últimos períodos.

O Óleo Diesel S-10 é o único combustível analisado que tem desempenho positivo. No acumulado do ano, o crescimento é de 14%. No período da pandemia, a subida é mais baixa, de 7%. O Óleo Diesel S-500 tem retração de 14% em 2020 frente a 2019 e de 16% desde as primeiras medidas de quarentena, em 16 de março. Já a Gasolina Comum acumula queda interanual de 13%, sendo que no período de análise do Boletim essa redução é de 25%.

Em relação ao preço médio, os quatro combustíveis analisados apresentaram recentemente um movimento de queda, reflexo da atual conjuntura internacional acerca do petróleo. Nas últimas semanas, entretanto, a Gasolina Comum, o Óleo Diesel S-10 e o Óleo Diesel S-500 tem demonstrado tendência de recomposição nos preços. A Gasolina Comum, por exemplo, chegou a atingir R$ 4,79 no final de janeiro, estava em R$ 4,62 no dia 16/3 e passou ao patamar de R$ 3,81 no dia 6/5. Após, atingiu R$ 3,94 no dia 29/5, última data de análise do presente Boletim.

Transporte de Cargas e de Passageiros

A quantidade acumulada de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), documento fiscal digital emitido pelas transportadoras de carga para cobrir as mercadorias entre a localidade de origem e o destinatário da carga, apresentou variação de curto prazo (14 dias) 10% superior na semana de análise em relação ao observado em período correspondente do ano de 2019, expandindo o crescimento revelado no boletim anterior (de 6%). A média para este indicador de abril era de -40%. A média para o mês de maio, até dia 29, foi de -2%. Isso denota que a atividade de transporte de cargas teve forte recuperação nas últimas semanas. Os aumentos ocorreram tanto nas prestações de destino interestadual quanto nas internas.

A emissão dos números de Bilhetes de Passagem Eletrônicos (BP-e), documento digital emitido pelas transportadoras que identifica as prestações de serviço de transporte de passageiros, seguem estáveis em relação aos valores encontrados nas semanas anteriores, mas bastante abaixo dos índices pré-crise (queda média de 70%).

Confira o Relatório completo clicando aqui.

Para acessar o Receita Dados e conferir informações diárias e em tempo real sobre arrecadação, documentos eletrônicos, combustíveis, entre outros, clique aqui.

Fonte: Sefaz

 

Parte do Imposto de Renda pode contemplar ações sociais

Os profissionais da contabilidade, juntamente com o Programa do Voluntariado da Classe Contábil (PVCC) e a Comissão de Estudos do Voluntariado estão engajados na campanha “Valores que Ficam”, de iniciativa da Assembleia Legislativa do Estado, apoiada pelo Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul (CRCRS).

O objetivo é incentivar os contribuintes a direcionarem ao Funcriança e ao Fundo da Pessoa Idosa, o limite de 3% do valor do Imposto de Renda para cada um dos fundos, até 30 de junho. A destinação não tem custo.

Com a covid-19, mais do que nunca, esse ajuda é importante.

Destine! Ser solidário é um ato de cidadania!

Saiba mais no link valoresqueficam.al.rs.gov.br.

Lei da Liberdade Econômica em pauta

No webinar conduzido pelo vice-presidente de Desenvolvimento Profissional,Márcio Schuch Silveira, em 2 de junho, o professor de Direito Administrativo da UFRGS, Rafael Mafini. foi o convidado para falar da Lei nº 13.874, de 30 de setembro de 2019 – Lei da Liberdade Econômica.

O professor, ao confessar ser um entusiasta dessa lei, fez uma breve retrospectiva do surgimento da norma. Admitiu que, como toda a lei, merece elogios e criticas, mas, fundamentalmente, deve ser compreendida.

“A referida lei traz normas gerais de Direito Econômico, o que significa que tem a pretensão de ser uma norma nacional. Essa aplicabilidade nacional tem algumas restrições; uma delas é pertinente aos atos públicos de liberação da atividade econômica”, , explica o professor, que prossegue: “A Lei de Liberdade Econômica vem acompanhada de quatro princípios básicos: liberdade como garantia do exercício econômico; boa fé do particular perante o poder público, intervenção estatal subsidiária excepcional do estado e reconhecimento de uma presunção de vulnerabilidade do cidadão, agente econômico e operário em face do estado”.

Feita a introdução do tema, o professor respondeu a perguntas enviadas pelo youtube

Assista a íntegra do webinar na TV CRCRS, no youtube.