Campanha Valores que Ficam 2021 arrecada 27,85% a mais que o ano passado. Parabéns à classe contábil pelo engajamento na construção de uma sociedade melhor!

A Receita Federal do Brasil divulgou os valores destinados ao Funcriança e ao Fundo do Idoso, a partir da destinação do Imposto de Renda 2021. Os resultados foram bem positivos. As destinações feitas diretamente na declaração deste ano cresceram bastante em relação ao ano passado. Em termos de Brasil, em 2020, o Funcriança recebeu R$ 84 milhões; em 2021, foram R$ 120 milhões, ou seja, um crescimento de 43%. Registro mais otimista foi o constatado pelo Fundo do Idoso: em 2020, foram arrecadados R$ 25 milhões; este ano, R$ 53 milhões – 111,9% a mais.

No Estado, com a campanha Valores que Ficam, uma iniciativa da Assembleia Legislativa do Estado, que conta, pelo terceiro ano consecutivo, com a parceria do CRCRS, foram arrecadados R$ 22,5 milhões, representando um acréscimo de 27,85% em relação a 2020. Um total de 109 cidades foram beneficiadas com o Fundo do Idoso e 283, com o Funcriança. Em 2020, a campanha atingiu R$ 17,705 milhões – já um incremento de 21% em relação ao ano anterior.

O anúncio foi feito em cerimônia híbrida, no dia 4 de agosto, no Salão Júlio de Castilhos da Assembleia Legislativa do RS (AL-RS). Conduzida pelo presidente da casa legislativa, deputado Gabriel Souza, contou com as presenças, além da presidente Ana Tércia, do superintendente-adjunto da Receita Federal, Ademir Gomes Oliveira; do secretário da Justiça e Sistemas Penal e Socioeducativo, Mauro Hauschild; do presidente do Sescon/RS, Célio Luiz Levandovski; dos artistas que protagonizaram a campanha de forma voluntária, o músico Renato Borghetti e o comediante Jair Kobe (Guri de Uruguaiana); entre outros.

Na oportunidade, a presidente Ana Tércia se manifestou, ressaltando a importância da união de todos em torno de causas sociais, resultando em ações diretas e eficientes, como a campanha Valores que Ficam, que a cada ano vem aumentando a arrecadação, reforçando a corrente de solidariedade.

Esse crescimento retrata o engajamento e o amadurecimento do contribuinte, a partir do entendimento que, destinar parte do Imposto de Renda devido a entidades sociais, é uma escolha pessoal e não custa nada!

Reconhecidamente, a colaboração e o empenho da classe contábil, no sentido de  orientar, esclarecer e estimular o contribuinte, foi fundamental para o aumento das destinações e a consequente melhoria de vida de milhares de pessoas. É o profissional da contabilidade cumprindo com seu papel social, agindo como um agente de transformação em suas comunidades.